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NOVA DÉLHI, 9 Out (Reuters) – O primeiro-ministro da Índia
vê margem para maiores reformas no setor de energia do país e
recebeu "sugestões focadas" de algumas das maiores companhias
energéticas do mundo, disse o gabinete do premiê nesta
segunda-feira.
Sob o governo de Narendra Modi, o terceiro maior consumidor
de petróleo do mundo está tentando usar seu tamanho de mercado
para conseguir melhores acordos com exportadores de petróleo e
atrair investimentos para as indústrias de refino e exploração
locais.
Executivos de companhias incluindo a Rosneft , BP
, Exxon Mobil , Reliance Industries ,
Saudi Aramco, Royal Dutch Shell , Vedanta ,
Schlumberger e Halliburton encontraram-se com
Modi durante uma reunião da indústria em Nova Délhi para os três
dias do India Energy Forum, que acaba na terça-feira.
"Participantes apreciaram o ritmo e esforço que o
primeiro-ministro Modi trouxe sobre uma reforma no setor de
energia", disse o gabinete de Modi em uma declaração após a
reunião.
"Assuntos como a necessidade de uma política energética
unificada, estruturas e arranjos de contratos, requisitos de
conjuntos de dados sísmicos, incentivo para biocombustíveis,
melhoria do fornecimento de gás, criação de um centro de gás e
questões regulatórias vieram à tona para discussão".
A declaração informou que muitas sugestões feitas na última
reunião, em 2016, ajudaram a orientar a formulação de políticas
indianas e que Modi disse que apreciou as "sugestões focadas"
feitas este ano e que "a margem de reformas em muitas áreas
ainda existe".
(Por Nidhi Verma, Neha Dasgupta e Promit Mukherjee)
((Tradução Redação São Paulo, 5511 56447765))
REUTERS LM JRG


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