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SÃO PAULO, 6 Dez (Reuters) – O Produto Interno Bruto (PIB)
brasileiro deve crescer em todos os trimestres do ano que vem e
encerrar 2018 com alta de 2,8 por cento ante 2017, estimou nesta
quarta-feira o economista-chefe do Bradesco, Fernando Honorato
Barbosa.
"Estamos construtivos com o cenário de 2018, olhando para um
ciclo de 2019-2022 muito bom se levada adiante a agenda de
reformas", afirmou Honorato Barbosa em mesa redonda na sede do
Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP).
Ele ressaltou, contudo, que o desafio será promover um
crescimento sustentável da economia, o que dependerá em parte do
cumprimento do teto dos gastos públicos. "Se não formos capazes
de cumprir o teto dos gastos, a dívida passa de 70 por cento do
PIB para 120 por cento ou mais do PIB e a perspectiva muda
completamente", alertou o economista.
Na avaliação dele, a queda da taxa básica de juro deve
injetar 70 bilhões de reais no bolso dos consumidores já em
2018, o que pode favorecer o consumo e o setor imobiliário.
Outro fator que deve beneficiar o financiamento imobiliário é a
criação da Taxa de Longo Prazo (TLP), o que segundo Honorato
Barbosa fará com que a taxa Selic suba menos no longo prazo.
"Sou um entusiasta dessa reforma", disse.

(Por Gabriela Mello; Edição de Flavia Bohone)
(([email protected]; +55 11 56447719; Reuters
Messaging: [email protected]))

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