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RIO DE JANEIRO, 29 Jan (Reuters) – A Petrobras
poderá considerar uma expansão de sua atuação no exterior para
aumentar a participação do gás natural em seu portfólio de
produção, à medida que a companhia busca se adaptar à mudança
global rumo a uma economia de baixo carbono, afirmou a
jornalistas nesta segunda-feira o presidente da petroleira
estatal, Pedro Parente.
O executivo já tinha sinalizado a intenção de investir em
gás em apresentação no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na
semana passada.
Segundo Parente, o gás natural é considerado o combustível
de transição entre os combustíveis fósseis, como gasolina e
diesel, e os renováveis.
"Portanto, uma empresa que queira ficar no setor de óleo e
gás com uma perspectiva de uma economia de baixo carbono, ela
tem que ter uma participação de gás em seu portfólio", destacou
o executivo, ao participar de cerimônia da Agência Nacional do
Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
O presidente da Petrobras lembrou que no Brasil, em geral, o
gás é encontrado de maneira associada ao óleo e, portanto, em
quantidades menores do que em campos exclusivamente de gás.
"Assim sendo, se nós queremos aumentar, como é de fato um
posicionamento de fato estratégico, a participação do gás na
composição da produção da empresa nós teremos que considerar a
hipótese de aumentar a abrangência geográfica da empresa", disse
o executivo.
Parente não deu mais detalhes, como os países que poderiam
entrar na busca da Petrobras por gás, por exemplo.
A Petrobras anunciou na semana passada que se juntou a uma
iniciativa que busca liderar a resposta do setor de óleo e gás
às mudanças climáticas (chamada de OGCI, na sigla em inglês),
juntamente com empresas como CNPC, Repsol, Saudi Aramco, Shell,
Statoil e Total.

(Por Marta Nogueira; Edição de Luciano Costa)
(([email protected]; +55 21 2223 7104; Reuters
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