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BRASÍLIA (Reuters) – Na carta em que pediu demissão do cargo de presidente-executivo da Petrobras nesta sexta-feira, Pedro Parente afirmou que sua permanência à frente da empresa "deixou de ser positiva", e que considera ter cumprido na sua gestão o que prometeu.

No documento, ele disse ainda que não possui apego a cargos e não será "um empecilho para que essas alternativas sejam discutidas".

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"Me parece… que as bases de uma trajetória virtuosa para a Petrobras estão lançadas", disse Parente.

A saída do executivo da estatal acontece após uma greve de caminhoneiros contra a alta do diesel que levou o governo a criar um programa de subvenção para garantir um congelamento inicial dos preços do diesel, que depois passará a ter reajustes mensais até o final do ano, e não mais diários.

"Está claro, Sr. Presidente, que novas discussões serão necessárias. E, diante deste quadro fica claro que a minha permanência na presidencia da Petrobras deixou de ser positiva e de contribuir para a construção das alternativas que o governo tem pela frente", disse Parente na carta.

(Por Luciano Costa e Lisandra Paraguassu)
2018-06-01T153748Z_1_LYNXNPEE503LP_RTROPTP_1_PETROLEO-PETROBRAS-PARENTE.JPG urn:newsml:onlinereport.com:20180601:nRTROPT20180601153748LYNXNPEE503LP Presidente-executivo da Petrobras, Pedro Parente, durante coletiva de imprensa no Rio de Janeiro OLBRTOPNEWS Reuters Brazil Online Report Top News 20180601T151833+0000 20180601T153748+0000


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