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O dados do Banco Central mostraram que o saldo total das operações de crédito do Sistema Financeiro atingiram R$3,110 trilhões em setembro, recuando 0,2% no mês e 1,7% em doze meses. A variação mensal refletiu a retração de 0,4% na carteira de pessoas jurídicas, saldo de R$1,569 trilhões. As operações com pessoas físicas somaram R$1,541 trilhões (+0,1% no mês). A relação crédito/PIB situou-se em 50,8% (ante 54% em setembro de 2015).

A carteira com recursos livres declinou 0,2% no mês e de 3,9% em doze meses. No mês, o crédito às famílias recuou 0,3%, refletindo, entre outros fatores, o efeito da greve bancária. Os créditos livres às empresas somaram R$746 bilhões (-0,1% no mês), destacando-se os declínios dos empréstimos de capital de giro (-1,2%) e dos adiantamentos sobre contratos de câmbio (-4,8%).

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Os financiamentos com recursos direcionados atingiram saldo de menos 0,2% no mês e alta de 0,6% em doze meses, com redução no segmento de pessoas jurídicas (-0,8% no mês, saldo de R$823 bilhões), notadamente nos financiamentos para investimentos com recursos do BNDES. As operações com pessoas físicas somaram subiram 0,5% no mês, com aumentos de 0,6% na carteira imobiliária e de 0,5% no crédito rural.

Entre os setores de atividade econômica, os créditos destinados à indústria diminuíram 0,7% no mês, saldo de R$768 bilhões, com destaque para a retração de 0,9% no setor de transformação. Os empréstimos ao setor de serviços declinaram 0,2% com maior redução no segmento de transportes (-0,9%).

Consideradas as operações com saldo acima de R$1 mil, registraram declínio os saldos referentes à Região Sudeste (R$1.671 bilhões, -0,2%) e Nordeste (R$397 bilhões, -0,5%). Por outro lado, as carteiras das regiões Centro-Oeste e Sul aumentaram, respectivamente, para R$325 bilhões (+0,3%) e R$545 bilhões (+0,2%). O estoque contratado com a Região Norte permaneceu estável em R$116 bilhões.


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