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OSLO, 13 Mar (Reuters) – O derramamento de águas residuais
da Norsk Hydro no Brasil no mês passado foi mais
extenso do que o relatado anteriormente, e a empresa ainda não
tem uma visão geral da situação, disse a empresa norueguesa
nesta terça-feira.
As autoridades determinaram no final de fevereiro que a
Alunorte, a maior refinaria de alumina do mundo, localizada em
Barcarena, no Pará, reduza a produção pela metade até que sejam
endereçadas as preocupações com a poluição, levando a Hydro a
declarar força maior sem tempo definido para reiniciar a
produção.
Além do despejo no mês passado em um rio local, uma
força-tarefa da empresa descobriu que os derramamentos também
ocorreram a partir de uma lagoa de águas residuais e de um canal
de drenagem no interior da unidade, informou a Hydro em um
comunicado.
Separadamente, o Ministério Público Estadual do Pará (MPPA)
ordenou que a empresa repare, dentro de 48 horas, rachaduras em
uma tubulação e que o canal de drenagem seja fechado, disse a
empresa, acrescentando que cumprirá este prazo.
"Os resultados preliminares da força-tarefa interna mostram
que não temos uma visão geral completa da situação e do curso
dos eventos", disse o presidente-executivo da Hydro, Svein
Richard Brandtzaeg.
"Vou avaliar a situação completamente e voltar com mais
informações no devido tempo", acrescentou.
ÀS 7h25 (horário de Brasília), as ações da Norsk Hydro
caíam 0,8 por cento. No ano, as ações acumulam queda de cerca de
18 por cento.
(Por Terje Solsvik)
(Tradução Redação São Paulo, +5511 5644 7719))
REUTERS RBS LC


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