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PEQUIM, 17 Jan (Reuters) – Um petroleiro iraniano que
afundou no Mar do Leste da China deixou duas manchas de petróleo
cobrindo um total de 109 quilômetros quadrados, informou o
governo chinês, conforme a polícia marítima vasculhava os danos
e se preparava para explorar os destroços.
Imagens de satélite mostraram uma mancha de 69 quilômetros
quadrados e uma segunda mancha de 40 quilômetros quadrados não
tão concentrada, informou a Administração Oceânica Estatal da
China em comunicado na noite de terça-feira.
O grande petroleiro Sanchi afundou no domingo, no pior
desastre de um navio de petróleo em décadas, levantando temores
de danos ao ecossistema marinho. Os corpos de dois marinheiros
foram recuperados do navio, enquanto um terceiro corpo foi
recuperado no mar, próximo à embarcação. Os 29 tripulantes
restantes são dados como mortos.
Em comunicado na quarta-feira, o Ministério dos Transportes
da China informou que a equipe de resgate havia localizado os
destroços, que estavam a 115 metros de profundidade abaixo do
nível do mar. A equipe se preparava para enviar robôs
subaquáticos para explorá-los.
A Administração Oceânica Estatal da China informou que
navios coletaram 31 amostras da água na área em torno do
naufrágio contendo graxa negra com intenso odor de petróleo, e
uma concentração de petróleo que ultrapassa alguns limites
padrões de qualidade da água marinha.
Equipes de limpeza continuavam monitorando a área do
naufrágio para analisar a distribuição e movimentação da mancha
e o impacto ecológico.
((Tradução Redação Rio de Janeiro; 55 21 2223-7128))
REUTERS PF


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