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SÃO PAULO, 9 Out (Reuters) – O Ministério Público Federal vê
um "inegável caráter fraudulento" na organização societária das
empresas do grupo J&F, que criou CNPJs distintos daqueles dos
empreendimentos produtivos para distribuir lucros e dividendos à
família controladora, disse o jornal O Globo nesta
segunda-feira, citando documento da Procuradoria da República no
Distrito Federal.
De acordo com a reportagem, a Procuradoria da República no
Distrito Federal, no documento em que solicita a ampliação do
bloqueio dos bens da família Batista, afirma que os
controladores usufruem de bens de luxo que estão em nome de
empresas sem atividade operacional.
O MPF também fala em risco de insolvência, por haver novas
investigações sobre o grupo.
"É através dessas empresas, sem atividade operacional, que o
grupo distribui recursos para seus sócios e acionistas, oriundos
das empresas produtivas que acumulam as dívidas milionárias
contraídas inclusive com o Fisco e Previdência Social, enquanto
a família controladora desfruta livremente dos bens e recursos
disponíveis aos demais CNPJs", afirma o procurador da República
Ivan Marx no pedido, segundo o jornal.
Na sexta-feira, o juiz Ricardo Leite, da 10ª Vara Federal de
Brasília, ampliou o bloqueio de bens e valores de 21 pessoas
físicas e jurídicas ligadas à família Batista, no comando da
holding J&F e da JBS .

Fonte: https://oglobo.globo.com/economia/ministerio-publico-ve-fraude-na-organizacao-do-grupo-jf-21924040#ixzz4v0St3kEP
stest
Observação: A Reuters não verificou esta reportagem e não
atesta sua precisão.
((Redação São Paulo, +5511 5644 7719))
REUTERS RBS

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(Raquel Stenzel)
(([email protected]; +55 11 56447719; Reuters
Messaging: [email protected]))


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