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SÃO PAULO, 21 Mai (Reuters) – Veja como fecharam nesta
segunda-feira mercados financeiros no Brasil, Estados Unidos e
Europa, além das movimentações nas cotações de petróleo, soja e
açúcar.

BOVESPA- Índice cai pressionado por blue chips; Vale cai 3%
O principal índice de ações da B3 fechou em queda, conforme
a ação da Petrobras reverteu para baixo e papéis de bancos e da
Vale ampliaram as perdas, apesar do cenário positivo em Wall St.
O Ibovespa caiu 1,52 por cento, a 81.815 pontos,
piso desde 9 fevereiro de 2016. Na primeira etapa da sessão, o
índice chegou a subir quase 1 por cento. O giro financeiro somou
quase 21 bilhões de reais, inflado pelo vencimento de opções
sobre ações, que totalizou 8,1 bilhões de reais.

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CÂMBIO- Dólar vai abaixo de R$3,70 com maior ação do BC
A atuação mais forte do Banco Central no câmbio e o aviso
de que pode ir além surtiu efeito e o dólar caiu mais de 1 por
cento e abaixo do patamar de 3,70 reais, após ter subido nos
seis pregões anteriores diante da cena externa de pressão.
O dólar recuou 1,35 por cento, a 3,6890 reais na
venda, tendo batido 3,6808 reais na mínima. O dólar futuro
tinha baixa de cerca de 1,35 por cento no final do dia.

JURO- Maioria dos DIs cai com dólar e alívio na cena externa
As taxas da maioria dos contratos futuros de juros fecharam
em queda, influenciadas pelo recuo do dólar ante o real após o
Banco Central aumentar sua intervenção no mercado de câmbio e
diante do alívio no exterior com a trégua na guerra comercial
entre Estados Unidos e China.

BOLSA EUA- Wall St sobe após trégua em guerra comercial de
EUA e China
Os índices de ações dos EUA subiram nesta segunda-feira e
ganhos no setor industrial ajudaram a levar o Dow ao maior
fechamento em dois meses, após uma trégua entre EUA e China
acalmar receios de que uma guerra comercial possa ser iminente.
O índice Dow Jones subiu 1,21 por cento, a 25.013
pontos. O S&P 500 ganhou 0,738674 por cento, a 2.733
pontos. O Nasdaq avançou 0,54 por cento, a 7.394 pontos.

BOLSA EUROPA- Índices avançam com alívio em tensões
comerciais; Itália recua
Os mercados acionários europeus avançaram, uma vez que a
redução de receios com uma guerra comercial elevou o dólar e
dava suporte aos exportadores, enquanto as ações italianas
ficaram sob renovada pressão conforme os mercados aguardavam a
criação de um novo governo.
O índice FTSEurofirst 300 subiu 0,26 por cento, a
1.553 pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600
ganhou 0,3 por cento, a 396 pontos, mantendo-se na máxima desde
o início de fevereiro.

COMMODITIES
PETRÓLEO- Barril dos EUA atinge máxima desde 2014 por
receios com Venezuela
O petróleo dos EUA atingiu a máxima desde 2014, em meio a
crescentes receios de que a produção da Venezuela poderia cair
ainda mais após a eleição presidencial do país e sanções em
potencial contra o membro da Opep.
Os futuros do petróleo dos EUA (WTI) subiram 0,96
dólar, ou 1,4 por cento, a 72,24 dólares o barril. Os futuros do
petróleo Brent ganharam 0,71 dólar, ou 0,9 por cento,
fechando a 79,22 dólares por barril.

SOJA , MILHO , TRIGO
Soja avança em Chicago por trégua entre EUA e China
Os contratos futuros da soja na Bolsa de Chicago saltaram
mais de 2 por cento, após Washington e Pequim terem concordado
em abandonar um jogo de ameaças tarifárias, reduzindo receios
sobre envios do produto norte-americano para a China, maior
importador da oleaginosa.
Os preços do milho mudaram pouco, e o trigo caiu após chuvas
impulsionarem a colheita no cinturão das Planícies dos Estados
Unidos e pressão do dólar mais forte, o que torna os envios
norte-americanos mais custosos para compradores estrangeiros.

AÇÚCAR , CAFÉ
Açúcar bruto tem maior alta no ano; café arábica sobe quase
2%
Os contratos futuros do açúcar bruto na ICE tiveram o maior
rali de 2018, impulsionados por compras especulativas, enquanto
os futuros do café arábica subiram por receios com o tempo frio
e seco no Brasil, maior produtor do mundo.

(Por Isabel Marchenta; edição de Aluísio Alves)
(([email protected]; +5511 5644 7721;))


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