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Tesouro Direto Taxa Zero 970×250

SÃO PAULO, 15 Mai (Reuters) – Veja como fecharam nesta
terça-feira mercados financeiros no Brasil, Estados Unidos e
Europa, além das movimentações nas cotações de petróleo, soja e
açúcar.

BOVESPA- Índice recua com exterior, mas Petrobras renova
máximas desde 2010 e atenua perda
O cenário externo desfavorável a ativos de risco pesou sobre
a bolsa paulista nesta terça-feira, mas o avanço das ações da
Petrobras atenuou a pressão sobre o principal índice da B3.
O Ibovespa caiu 0,12 por cento, a 85.130 pontos. O
volume financeiro do pregão somou 13,965 bilhões de reais.

Tesouro Direto Taxa Zero 300×250

CÂMBIO- Dólar segue exterior, tem terceira alta seguida e
fecha a R$3,66
O dólar subiu pela terceira sessão consecutiva e chegou a
encostar no patamar de 3,70 reais nesta terça-feira,
acompanhando o cenário externo, onde cresceram os temores de que
os juros nos Estados Unidos podem subir mais do que o esperado
neste ano, o que afetaria o fluxo global de capitais.
O dólar avançou 0,90 por cento, a 3,6608 reais na venda,
renovando maior patamar de fechamento desde 7 de abril de 2016,
quando terminou a 3,6937 reais. Nestes três pregões, a moeda
norte-americana ficou 3,22 por cento mais cara ante o real.

JURO- Depois de forte alta, DIs longos têm correção e fecham
com leves variações
As taxas dos contratos futuros de juros de longo prazo
fecharam com leves variações nesta terça-feira, com movimento de
correção após forte alta mais cedo, apesar do salto do dólar
ante o real e de o rendimento do Treasury de dez anos seguir
acima de 3 por cento.

BOLSA EUA- Wall Street recua com avanço dos rendimentos dos
Treasuries
Um aumento nos rendimentos dos títulos do governo
norte-americano para seu nível mais alto em quase sete anos fez
com que as ações de Wall Street caíssem nesta terça-feira,
depois que fortes dados de vendas no varejo alimentaram temores
sobre a inflação e investidores se preocuparam com as
negociações comerciais entre os Estados Unidos e a China.
O índice Dow Jones caiu 0,78 por cento, a 24.706
pontos, enquanto o S&P 500 perdeu 0,684217 por cento, a
2.711 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq recuou 0,81
por cento, a 7.352 pontos.

BOLSA EUROPA- Índices avançam impulsionados por preços de
petróleo
Os mercados acionários europeus avançaram nesta terça-feira
após uma sessão agitada, com os preços do petróleo elevando as
ações relacionadas à commodity para o nível mais alto desde
setembro de 2014 e compensando a queda no setor de
telecomunicações.
O índice FTSEurofirst 300 subiu 0,14 por cento, a 1.541
pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 ganhou
0,05 por cento, a 392 pontos, revertendo a fraqueza vista
anteriormente após dados fracos da China e da Alemanha.

COMMODITIES
PETRÓLEO- Preços sobem por temor de sanções no Irã e seguem
perto de picos desde 2014
Os preços dos petróleo terminaram firmes depois de recuarem
de máximas em anos atingidas no início do dia nesta terça-feira,
apoiados por preocupações de que sanções dos Estados Unidos
sobre o Irã possam restringir as exportações de petróleo de um
dos maiores produtores do Oriente Médio.
Os futuros do petróleo Brent encerraram a 78,43 dólares
por barril, alta de 0,20 dólar, ou 0,3 por cento, enquanto os
futuros do petróleo dos EUA (WTI) encerraram com alta de
0,35 dólar, ou 0,5 por cento, a 71,31 dólares o barril.

SOJA , MILHO , TRIGO
Milho, soja e trigo em Chicago terminam em alta
Os contratos futuros do milho negociados na Bolsa de Chicago
subiram nesta terça-feira, apoiados por preocupações de que as
chuvas no Meio-Oeste dos Estados Unidos atrasariam a fase final
do plantio, disseram operadores.
Os futuros do trigo ficaram firmes, encerrando uma série de
perdas de quatro sessões, por cobertura de vendidos e compras de
barganha. Já os contratos futuros da soja também fecharam em
alta após terem sido negociados em território negativo na maior
parte do dia.

AÇÚCAR , CAFÉ
Açúcar bruto fecha em alta na ICE por cobertura de vendidos;
café tem queda
Os contratos futuros do açúcar na ICE fecharam em alta nesta
terça-feira, sustentados por uma leve cobertura de vendidos,
enquanto fundos permanecem baixistas dada a perspectiva de uma
ampla oferta global.

(Por Isabel Marchenta; Edição de Iuri Dantas)
(([email protected]; +5511 5644 7721;))


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