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Por José Roberto Gomes
MATA DE SÃO JOÃO, Bahia , 23 Nov (Reuters) – O grupo Melitta
continua aberto a novas oportunidades de negócios na indústria
de café do Brasil mesmo após importantes investimentos neste
ano, disse nesta quinta-feira o presidente do Conselho
Consultivo da empresa no país, Bernardo Wolfson.
"Em todos esses anos no país, a Melitta sempre teve um plano
de crescimento nos investimentos, um plano estratégico, que deve
continuar", afirmou ele à Reutes no intervalo do EnCafé, maior
evento da indústria brasileira de café, realizado nesta semana
na Bahia.
Um dos principais do mercado de café do Brasil, o grupo
Melitta anunciou em outubro a construção de sua quarta fábrica
no país, em Varginha (MG), com investimento inicial de mais de 8
milhões de reais e expectativa de gerar faturamento próximo a
200 milhões de reais nos próximos quatro anos.
"A fábrica atenderá todas as linhas da Melitta e ficará
pronta em algum momento de 2018, provavelmente no segundo
semestre", disse Wolfson, que até fevereiro deste ano atuou como
presidente da empresa para a América do Sul, sendo substituído
por Marcelo Del Nero Barbieri.
Atualmente, a Melitta do Brasil conta com fábricas em Avaré
(SP), Bom Jesus (RS) e Guaíba (RS).
O anúncio da planta industrial se seguiu à aquisição pela
Melitta do Brasil, em abril, das marcas mineiras de café Barão e
Forte D+, que pertenciam ao Grupo Mogyana. À época, o valor do
negócio não foi divulgado.
"A Melitta acredita muito no Brasil e continua com muito
interesse para desenvolver seu negócio brasileiro", concluiu
Wolfson.
A Melitta tem no Brasil o seu segundo maior mercado, atrás
apenas da Alemanha.
No Brasil, o segmento é dominado, ao lado da Melitta, por
empresas como Jacobs Douwe Egberts (JDE), com a marca Pilão, e
grupo 3corações, que comercializa a marca 3corações.

(Edição de Roberto Samora)
(([email protected] 5511 5644 7751 Reuters
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