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O IBGE mostrou também nesta sexta-feira, que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor – INPC apresentou variação de 0,37% em outubro. No ano, o acumulado foi de 1,62%, bem abaixo dos 6,36% registrados em igual período do ano passado, sendo a menor variação acumulada para o período desde a implantação do Plano Real. Considerando-se os últimos 12 meses, o índice foi de 1,83%, ficando acima do 1,63% registrado nos 12 meses imediatamente anteriores. Em outubro de 2016, o INPC registrou 0,17%.

Os produtos alimentícios tiveram queda de 0,11% em outubro. Em setembro, o resultado havia sido de -0,57%. O agrupamento dos não alimentícios ficou com variação de 0,58%, acima da taxa de 0,22% de setembro.

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Quanto aos índices regionais, as variações ficaram entre -0,22%, registrado no Rio de Janeiro, e 1,50%, em Goiânia. Nesta, o aumento foi impulsionado pela energia elétrica (18,55%) e pelos combustíveis (7,89%), com destaque para o preço da gasolina, em média 7,87% mais cara. No Rio de Janeiro, a queda foi impulsionada pela refeição fora (-2,15%).

O INPC é calculado pelo IBGE desde 1979, se refere às famílias com rendimento monetário de 01 a 05 salários mínimos, sendo o chefe assalariado, e abrange dez regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande e de Brasília. Para cálculo do índice do mês foram comparados os preços coletados no período de 28 de setembro a 30 de outubro (referência) com os preços vigentes no período de 30 de agosto a 27 de setembro (base).

PIB

O PIB atingiu R$ 5,996 trilhões em 2015 e a sua queda, em volume, na comparação com 2014, foi revisada de 3,8% para 3,5%, conforme mostrou ontem o IBGE

Os serviços caíram 2,7%, o primeiro resultado negativo na série com início em 1996. A agropecuária cresceu 3,3% e a indústria caiu 5,8%.

O PIB per capita (R$ 29.324) caiu 4,3% em relação a 2014. Foi a maior queda desse indicador na série com início em 1996, sendo que os recuos mais recentes ocorreram em 2014 (-0,4%) 2009 (-1,2%) e 2003 (-0,2%).

O consumo das famílias, que representa 62,5% do PIB, caiu 3,2%, a primeira queda desde 2003 (-0,4%).

A taxa de investimento retraiu para 17,8%, uma redução de 3,1 pontos percentuais (p.p.) em relação ao pico de 20,9% (2013) da série histórica 2000-2015.

O setor externo foi o único a contribuir positivamente para o PIB, com crescimento de 6,8% no volume exportado de bens e serviços, e queda de 14,2% nas importações, a maior baixa desde 1999 (-15,1%).


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