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Par o mês de outubro de 2017, os preços das indústrias extrativas e de transformação subiram 1,79% em relação ao mês anterior, a maior variação positiva nessa comparação desde setembro de 2015 (2,99%). Entre as 24 atividades, 19 apresentaram variações positivas de preços, mesma situação do mês anterior. O acumulado no ano ficou em 2,27%, contra 0,47% de setembro. Os dados foram apresentados hoje pelo IBGE.

O Índice de Preços ao Produtor (IPP) das Indústrias Extrativas e de Transformação mede a evolução dos preços de produtos “na porta de fábrica”, sem impostos e fretes, e abrange informações por grandes categorias econômicas: bens de capital, bens intermediários e bens de consumo (duráveis e semiduráveis e não duráveis).

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As quatro maiores variações foram observadas entre os produtos das seguintes atividades industriais: indústrias extrativas (9,41%), outros produtos químicos (4,23%), refino de petróleo e produtos de álcool (3,21%) e metalurgia (2,82%).

Em termos de influência, na comparação entre outubro e setembro de 2017, os destaques foram: outros produtos químicos (0,39 p.p.), refino de petróleo e produtos de álcool (0,35 p.p.), indústrias extrativas (0,34 p.p.) e metalurgia (0,22 p.p.).

Em outubro, o acumulado no ano atingiu 2,27%, contra 0,47% em setembro de 2017. Neste indicador, as atividades que tiveram as maiores variações foram: refino de petróleo e produtos de álcool (11,18%), indústrias extrativas (10,17%), metalurgia (9,58%) e papel e celulose (8,80%).

Ainda no acumulado, os setores de maior influência foram: alimentos (-1,59 p.p.), refino de petróleo e produtos de álcool (1,12 p.p.), metalurgia (0,70 p.p.) e outros produtos químicos (0,55 p.p.).

Na comparação com outubro de 2016, a variação de preços foi de 4,41%, contra 2,66% em setembro de 2017. As quatro maiores variações de preços ocorreram em indústrias extrativas (34,66%), metalurgia (16,10%), refino de petróleo e produtos de álcool (14,13%) e papel e celulose (10,31%). Os setores de maior influência foram: alimentos (-1,53 p.p.), refino de petróleo e produtos de álcool (1,41 p.p.), metalurgia (1,14 p.p.) e indústrias extrativas (1,06 p.p.).

Em outubro de 2017, a variação de preços de 1,79% frente a setembro repercutiu da seguinte maneira entre as Grandes Categorias Econômicas : 1,09% em bens de capital; 2,75% em bens intermediários e 0,44% em bens de consumo (0,03% em bens de consumo duráveis e 0,57% nos semiduráveis e não duráveis).


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