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Tesouro Direto Taxa Zero 970×250

Acompanhe um resumo das agendas econômicas globais desta quarta-feira (06). O destaque fica para a criação de vagas da ADP nos Estados Unidos.

ÁSIA

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Na Ásia não foram apresentados indicadores.

EUROPA

Na Alemanha, com base em dados provisórios, o Escritório Federal de Estatística (Destatis) relata que as novas encomendas ajustadas ao preço no setor de manufatura aumentaram em outubro de 2017, um dia sazonal e trabalhando ajustado de 0,5% no mês anterior. Pela terceira vez consecutiva, as empresas alemãs receberam mais pedidos do que antes da crise econômica e financeira no final de 2007. Para setembro de 2017, a revisão do resultado preliminar resultou em aumento de 1,2% em relação a agosto de 2017 (primário + 1,0%). As novas encomendas ajustadas a preços sem encomendas importantes na fabricação diminuíram em outubro de 2017, um dia sazonal e trabalhando ajustado -1,0% em relação ao mês anterior.

Em outubro de 2017, as encomendas domésticas aumentaram 0,4% e as encomendas estrangeiras aumentaram 0,5% em relação ao mês anterior. As novas encomendas da área do euro diminuíram 1,2%, as novas encomendas de outros países aumentaram 1,6% em relação a setembro de 2017.

Em outubro de 2017, os fabricantes de bens intermediários viram novas encomendas caírem 0,4% em relação a setembro de 2017. Os fabricantes de bens de capital apresentaram aumentos de 0,9% em relação ao mês anterior. Para bens de consumo, foi registrado um aumento nas novas encomendas de 0,6%. Volume de negócios caiu 2,1% dessazonalizado no mês anterior.

Na Zona do Euro, no mês de novembro, ocorreu um oitavo aumento mensal consecutivo nas vendas comparáveis nos varejistas, ampliando assim o período de crescimento mais longo observado desde 2006. As taxas de expansão aceleraram na Alemanha e na França, enquanto as vendas mensais no varejo caíram ligeiramente na Itália, revogando a tendência vista nos dois meses anteriores. Os dados são do IHS Markit – PMI – que acompanha as mudanças no mês a mês nas vendas no varejo nas três maiores economias do bloco combinadas – subiu para 52,4 em novembro, de 51,1 em outubro.

*ESTADOS UNIDOS

Nos Estados Unidos, o emprego no setor privado aumentou em 190 mil de outubro a novembro de acordo com o Relatório Nacional de Emprego do ADP. A estimativa dos analistas apontava para 189 mil. O relatório, que é derivado dos dados reais da folha de pagamento da ADP, mede a mudança no emprego privado total não agrícola por mês, com base em medidas sazonalmente ajustadas. “O mercado de trabalho continua a crescer a um ritmo sólido”, disse Ahu Yildirmaz, vice-presidente e co-diretor do ADP Research Institute.

Por tamanho da empresa: Pequenas empresas: 50 mil; de um a 19 funcionários 14 mil; de 20 a 49 funcionários, 36 mil.
Empresas médias: 99 mil; de 50 a 499 funcionários.
Grandes empresas: 41 mil; de 500 a 999 funcionários 10 mil; de mil a mais funcionários, 31 mil.

Nos Estados Unidos, a produtividade do trabalho do setor empresarial não agrícola aumentou 3% durante o terceiro trimestre de 2017, com o número estimado em 3,3%, informou o Departamento do Trabalho norte-americano. A produção aumentou 4,1% e as horas trabalhadas aumentaram 1,1%. O aumento da produtividade foi a maior desde o terceiro trimestre de 2014, quando a produção por hora aumentou 4,4%. Do terceiro trimestre de 2016 ao terceiro trimestre de 2017, a produtividade aumentou 1,5%, refletindo um aumento de 3% no resultado e um aumento de 1,5% nas horas trabalhadas.

* Ainda serão apresentados os estoques de petróleo.

*BRASIL

No Brasil, o Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1) do mês de novembro apresentou variação de 0,21%, taxa 0,21 ponto percentual (p.p.) abaixo da apurada em outubro, quando o índice registrou variação de 0,42%. Com este resultado, o indicador acumula alta de 2,10%, no ano e, 2,29%, nos últimos 12 meses. Os dados são da FGV/IBRE.

Em novembro, o IPC-BR registrou variação de 0,36%. A taxa do indicador nos últimos 12 meses ficou em 3,35%, nível acima do registrado pelo IPC-C1.

Cinco das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram decréscimo em suas taxas de variação: Alimentação (0,31% para -0,47%), Habitação (1,06% para 0,92%), Comunicação (0,60% para -0,42%), Vestuário (0,07% para -0,17%) e Despesas Diversas (0,49% para 0,13%). Nestes grupos, os destaques partiram dos itens: hortaliças e legumes (11,04% para -2,44%), gás de bujão (3,93% para 1,74%), tarifa de telefone residencial (0,00% para -1,75%), roupas (0,17% para -0,33%) e cigarros (1,05% para 0,02%), respectivamente.

Em contrapartida, os grupos: Transportes (-0,20% para 0,58%), Educação, Leitura e Recreação (-0,08% para 0,53%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,21% para 0,23%) apresentaram acréscimo em suas taxas de variação. Nestas classes de despesa, destacam-se os itens: gasolina (-0,01% para 3,00%), passagem aérea (-9,42% para 6,23%) e salão de beleza (0,09% para 0,46%), respectivamente.

Na cidade de São Paulo, o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) atingiu 104,0 pontos em novembro, alta de 1,1% em relação aos 102,8 pontos vistos em outubro. Ainda que na comparação com o mesmo mês de 2016, quando o indicador marcava 110,3 pontos, haja uma redução de 5,7%, o fato da confiança do consumidor ter crescido pelo segundo mês consecutivo abre boas perspectivas de vendas para o Natal.

O ICC é elaborado mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) e a escala de pontuação varia de zero (pessimismo total) a 200 pontos (otimismo total).

Os dois componentes do indicador mostraram comportamentos diferentes em novembro. Após dois avanços seguidos, o ICEA registrou leve queda de 0,8%, ao passar de 73 pontos em outubro para 72,4 pontos em novembro, e o Índice de Expectativas do Consumidor (IEC) avançou 1,9%, registrando 125 pontos em novembro em relação aos 122,7 pontos do mês anterior. No comparativo anual, o ICEA apresentou alta de 20,4%, e o IEC registrou queda de 13%.

Segundo a assessoria econômica da Federação, as percepções médias dos consumidores registraram uma ligeira queda enquanto as expectativas voltaram a subir, itens que, somados, fizeram o índice aumentar. Na comparação anual, o ICC teve a terceira baixa consecutiva, efeito ainda da instabilidade no âmbito político nacional. Entretanto, a recuperação da renda e do emprego já dão sinais mais sólidos em seus resultados, segundo a Entidade, e devem acelerar de forma mais consistente o poder de compra dos consumidores e, consequentemente, a retomada da confiança.

*Ainda serão apresentados o Fluxo Cambial e a Taxa Selic.


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