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Acompanhe um resumo das agendas econômicas globais para esta quinta-feira (18). O destaque fica para os pedidos de auxílio-desemprego dos Estados Unidos.

ÁSIA

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No Japão, a economia acelerou no primeiro trimestre, encerrando sua melhor corrida em mais de uma década e reforçando o mandato do primeiro-ministro Shinzo Abe. O produto interno bruto (PIB) cresceu 0,5% no primeiro trimestre e 2,2% ao ano. Os dados são do Escritório do Gabinete apresentados hoje e apontam para uma estimativa preliminar de expansão de 0,3% para o quarto trimestre, que foi revisado para cima a partir de uma leitura anterior de 0,2%. Analistas, em uma estimativa mediana, apontam para um ganho do primeiro trimestre de 0,4%. Com os dados de hoje, a economia japonesa foi ampliada por cinco trimestres consecutivos, o seu mais longo período de crescimento ininterrupto desde 2006.

EUROPA

No Reino Unido, em abril de 2017, a quantidade de compras no setor de varejo aumentaram 2,3% em comparação com março de 2017 e de 4,0% em comparação com abril de 2016. O padrão subjacente, medida nos trimestres, mostrou um ligeiro aumento em abril 2017 após um curto período de contração, com aumento de 0,3%. Os preços médios diminuíram ligeiramente em abril de 2017, caindo de 3,3% em março para 3,1% em abril.

ESTADOS UNIDOS

Nos Estados Unidos, na semana encerrada em 13 de maio, os pedidos de auxílio-desemprego ficaram em 232 mil, uma redução de 4 mil do nível revisado da semana anterior de 236 mil. A média móvel de quatro semanas eram 240.750, uma redução de 2.750 de média revisada da semana anterior de 243.500. O avanço ajustada taxa de desemprego foi de 1,4% na semana que de 06 de maio, inalterada de taxa revisada da semana anterior. O número de pedidos avançou durante a semana que terminou em 06 de maio, 1.898.000, uma diminuição de 22.000 a partir de nível revisto da semana anterior.

O relatório de maio do Federal Reserve da Filadélfia mostrou que a atividade manufatureira regional continuou expandindo este mês. Os índices de difusão para a atividade geral e os embarques melhoraram notavelmente a partir de suas leituras de abril. Os índices de novas encomendas e do emprego, no entanto, caíram modestamente desde o mês passado, mas mantiveram as leituras elevadas. Embora a maioria dos indicadores futuros da pesquisa tenha caído este mês, as leituras sugerem que a maioria das empresas ainda espera crescimento nos próximos seis meses.

Nos Estados Unidos, conforme o relatório, o índice de atividade manufatureira atual na região passou de uma leitura de 22,0 em abril para 38,8 este mês. O índice tem ficou positivo por 10 meses consecutivos. Este mês, o índice recuperou alguns dos declínios dos dois meses anteriores, mas ainda permanece ligeiramente abaixo da sua elevada leitura de 43,3 em fevereiro. Entre as empresas, 51% indicaram aumentos nas atividades de maio, enquanto que 13% afirmaram queda. Os atuais novos pedidos e remessas mantiveram leituras elevadas. O índice de transferência aumentou 16 pontos, enquanto o índice de novas encomendas diminuíram 2 pontos. O tempo de entrega e índices ordens não preenchidas foram positivos para o sétimo mês consecutivo, sugerindo que o tempo de entrega foi mais longo e aumentos em ordens não preenchidas.

As empresas relataram um aumento no emprego industrial este mês, mas o índice de emprego atual caiu três pontos. O índice manteve-se positivo durante seis meses consecutivos. A percentagem de empresas que relatam um aumento do emprego foi de 23%, menor do que os 27% que relataram aumentos. Em abril, as empresas também relataram um aumento das horas de trabalho este mês: o índice médio de semana de trabalho permaneceu positivo pelo sétimo mês consecutivo e aumentou três pontos.

Nos Estados Unidos, o Conference Board Leading Economic Index (LEI) subiu 0,3% em abril para 126,9, depois de um aumento de 0,3% em março, e um aumento de 0,5% em fevereiro. “A tendência recente na LEI, liderada pela perspectiva positiva dos consumidores e dos mercados financeiros, continua a apontar para uma economia em crescimento, talvez até mesmo um captador cíclico”, disse Ataman Ozyildirim, diretor de Ciclos de negócios e Pesquisas de crescimento no Conference Board. “O crescimento do PIB fraco primeiro trimestre, provavelmente, pode ser um soluço temporário como a economia retornando à sua tendência de longo prazo de cerca de 2%”, disse.

BRASIL

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), na cidade de São Paulo, voltou a perder força na segunda quadrissemana de maio ao atingir variação de 0,3%, resultado 0,28 ponto percentual menor que o verificado na última apuração (0,58%). Na primeira prévia, a taxa tinha sido 0,03 pontos percentuais abaixo do fechamento de abril (0,61%).

Dos sete grupos pesquisados, o que mais contribuiu para a redução na velocidade inflacionária foi habitação que apresentou queda de 0,29% ante uma alta anterior de 0,25%.

A grande maioria das classes de despesas indica desacelerações com destaque para alimentação que passou de uma alta de 1,08% para 0,58%. Em despesas pessoais, o índice teve variação de 0,3% depois uma elevação de 0,43%, na primeira prévia.

No grupo saúde, o ritmo de correção também perdeu força com alta de 1,36% ante 1,5% e, em educação, o índice ficou em 0,08%, variação menor do que no último levantamento (0,12%). Já em transportes, houve avanço de 0,82% após ter sido registrada alta de 0,55% na pesquisa passada e, em vestuário, o índice subiu de 0,04% para 0,07%.

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) registrou, no segundo decêndio de maio, variação de -0,89%. No mês anterior, para o mesmo período de coleta, a variação foi de -0,99%. O segundo decêndio do IGP-M compreende o intervalo entre os dias 21 do mês anterior e 10 do mês de referência.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou variação de -1,45%, no segundo decêndio de maio. No mesmo período do mês anterior, a taxa foi de -1,60%. A taxa de variação dos Bens Finais passou de 0,27% para 0,11%. A maior contribuição para este movimento teve origem no subgrupo alimentos in natura, cuja taxa passou de 4,81% para -1,20%.

A taxa de variação do grupo Bens Intermediários passou de -0,74%, em abril, para -0,08%, em maio. O destaque coube ao subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cuja taxa passou de -1,33% para 0,86%.

O índice referente a Matérias-Primas Brutas registrou variação de -4,81%. No mês anterior, a taxa foi de -4,62%. Os itens que mais contribuíram para este movimento foram: minério de ferro (-3,83% para -16,22%), cana-de-açúcar (-0,48% para -3,87%) e leite in natura (4,05% para 0,30%). Em sentido oposto, destacam-se: soja (em grão) (-8,60% para 2,76%), milho (em grão) (-13,22% para -5,88%) e bovinos (-2,58% para 0,45%).

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou variação de 0,23%, no segundo decêndio de maio, ante 0,30%, no mesmo período do mês anterior. Três das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação. A principal contribuição partiu do grupo Alimentação (0,78% para -0,17%). Nesta classe de despesa, cabe mencionar o item hortaliças e legumes, cuja taxa passou de 10,96% para -1,02%.

Também apresentaram decréscimo em suas taxas de variação os grupos: Educação, Leitura e Recreação (0,25% para -0,57%) e Despesas Diversas (0,43% para 0,31%). Nestas classes de despesa, destacam-se os itens: passagem aérea (8,82% para -18,19%) e cigarros (0,31% para 0,00%), respectivamente.

Em contrapartida, apresentaram acréscimo em suas taxas de variação os grupos: Habitação (0,21% para 0,57%), Vestuário (-0,50% para 0,66%), Transportes (-0,34% para -0,15%), Comunicação (-0,19% para 0,79%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,86% para 1,05%). Nestas classes de despesa, vale mencionar o comportamento dos itens: tarifa de eletricidade residencial (-0,48% para 2,77%), roupas (-0,51% para 1,02%), gasolina (-1,94% para -1,02%), pacotes de telefonia fixa e internet (0,00% para 1,97%) e medicamentos em geral (0,73% para 2,79%), respectivamente.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) não apresentou variação no segundo decêndio de maio. No mês anterior, a taxa foi de -0,09%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de -0,05%, acima do resultado de abril, de -0,19%. O índice que representa o custo da Mão de Obra registrou variação de 0,04%. No mês anterior, este índice não variou.


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