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Acompanhe um resumo das agendas econômicas globais desta terça-feira (20). O destaque ficou para o IPC-S da FGV/IBRE.

ÁSIA

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Na Ásia, a agenda estava vazia.

EUROPA

Na Alemanha, em maio de 2017, o índice de preços no produtor de produtos industriais aumentou 2,8% em relação ao mês correspondente do ano anterior. Em abril de 2017, a taxa anual de variação total foi de 3,4%, conforme relatado pelo Escritório Federal de Estatísticas e (Destatis).

Em comparação com o mês anterior de abril de 2017, o índice geral caiu 0,2% em maio de 2017 (alta de 0,4 em abril e inalterável em março).

Em maio de 2017, os índices de preços de todos os principais grupos industriais aumentaram em relação a maio de 2016: os preços da energia aumentaram 3,0%, embora o desenvolvimento dos preços dos diferentes transportadores de energia tenha divergido.

Os preços dos produtos petrolíferos aumentaram 6,7% e os preços da eletricidade em 5,6%, enquanto os preços do gás natural (distribuição) diminuíram 5,5%. Os preços dos bens intermediários aumentaram 3,7%, os preços dos bens de consumo não duráveis em 3,5%. Os preços dos bens de consumo duráveis e os preços dos bens de capital aumentaram cada um em 1,1%. O índice geral desconsiderando energia foi 2,7% acima em maio de 2016 e aumentou 0,1% em relação a abril de 2017.

Na Europa, a conta corrente da Zona do Euro registrou um superávit de € 22,2 bilhões em abril de 2017. Isso refletiu os excedentes de bens (€ 25,1 bilhões), renda primária (€ 8,2 bilhões) e serviços (€ 7,4 bilhões), que foram parcialmente compensados por um déficit de renda secundária (€ 18,5 bilhões). Os dados são do Banco Central Europeu e foram apresentados hoje.

A conta corrente acumulada de 12 meses para o período findo em abril de 2017 registrou um superávit de €349,9 bilhões (3,2% do PIB da área do euro), em comparação com € 358,6 bilhões (3,4% do PIB da Zona do Euro) nos 12 meses a abril de 2016. Esse desenvolvimento deveu-se a diminuição dos excedentes de serviços (de €70,4 bilhões para €57,8 bilhões) e bens (de € 359,5 bilhões para € 357,2 bilhões) e aumento do déficit de renda secundária (de €122,4 bilhões para € 145,0 bilhões). Estes foram parcialmente compensados por um aumento do excedente para o rendimento primário (de €51,1 bilhões para € 79,9 bilhões de euros).

ESTADOS UNIDOS

Nos Estados Unidos, o déficit da conta corrente aumentou para US $ 116,8 bilhões (preliminar) no primeiro trimestre de 2017, de US $ 114,0 bilhões (revisado) no quarto trimestre de 2016, de acordo com as estatísticas divulgadas hoje pelo Departamento de Análises Econômicas. O déficit aumentou para 2,5% do produto interno bruto (PIB) do dólar corrente de 2,4% no quarto trimestre.

O aumento de US $ 2,8 bilhões no déficit da conta corrente refletiu um aumento de US$ 5,3 bilhões no déficit de bens e uma queda de US $ 3,6 bilhões no superávit do lucro primário, que foi parcialmente compensado por uma queda de US $ 5,8 bilhões no déficit de renda secundária e US $ 0,3 bilhão aumento do excedente de serviços.

As exportações de bens e serviços e receitas de renda aumentaram US $ 22,5 bilhões no primeiro trimestre para US $ 830,3 bilhões.

As importações de bens e serviços e pagamentos de renda aumentaram US $ 25,2 bilhões para US $ 947,1 bilhões.

BRASIL

No Brasil, o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) recuou nas sete capitais pesquisadas pela FGV/IBRE entre a primeira e a segunda semana de junho. A maior queda ocorreu em Recife: -0,44 ponto percentual, indo de 1,01% na primeira semana para 0,57% na segunda semana. Os dados foram divulgados hoje.

Três capitais tiveram deflação (queda de preços) depois de recuo na segunda semana de junho: Belo Horizonte (-0,34 ponto percentual, ao passar de 0,04% para -0,30%), Rio de Janeiro (-0,26 ponto percentual, indo de 0,20% para -0,06%) e Brasília (-0,11 p.p, caindo de 0,08% para -0,03%).

Outras três capitais continuaram tendo inflação, apesar dos recuos na segunda semana: São Paulo (-0,27 ponto percentual, indo de 0,48% para 0,21%), Salvador (-0,24 ponto percentual, de 0,63% para 0,39%) e Porto Alegre (-0,20 p.p, de 0,38% para 0,18%).

A média nacional do IPC-S, divulgada ontem (19), caiu 0,26 ponto percentual, passando de 0,39% na primeira semana de junho para 0,13% na segunda semana.

No Brasil, a arrecadação de impostos e contribuições federais chegou a R$ 97,694 bilhões em maio, com queda 0,96% em relação ao mesmo período de 2016. No resultado acumulado de janeiro a maio, o total arrecadado (R$ 544,485 bilhões) subiu 0,35% em relação ao registrado em igual período do ano passado.

Os dados foram divulgados hoje pela Receita Federal. O crescimento é real, ou seja, leva em consideração a inflação do período, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Consideradas apenas as receitas administradas pela Receita Federal (excluídos outros órgãos), o valor arrecadado ficou em R$ 96,074 bilhões em maio, com queda real de 0,31% em relação a maio de 2016. No acumulado de janeiro a maio, o valor arrecadado chegou a R$ 528,485 bilhões, apresentando um decréscimo real de 0,82%.

No Brasil, a produção de aço bruto foi de 14,1 milhões de toneladas no acumulado de janeiro a maio de 2017, o que equivale a um aumento de 14,2% quando comparado com o ocorrido no mesmo período de 2016. Os números são do Instituto Aço Brasil e foram apresentados hoje.

Importante ressaltar que, desde o segundo semestre do ano passado, a Companhia Siderúrgica do Pecem (CSP) iniciou suas operações, o que afeta a base de comparação em relação a janeiro a maio de 2016, por inflar os dados de produção de aço bruto e de semiacabados para o mesmo período em 2017.

A produção de laminados foi de 9,1 milhões de toneladas, um acréscimo de 8,1% frente ao acumulado nos mesmos meses de 2016.

As vendas internas foram de 6,6 milhões de toneladas nos cinco primeiros meses de 2017, uma queda de 2,2% em relação ao mesmo período de 2016.

O consumo aparente nacional de produtos siderúrgicos foi de 7,6 milhões de toneladas nos cinco primeiros meses de 2017. Comparando com o mesmo período do ano anterior, o crescimento foi de 2,3%.

As importações cresceram 57,6% no acumulado de janeiro a maio de 2017 comparativamente ao mesmo período do ano anterior, totalizando 1,0 milhão de toneladas. Esse volume resultou em US$ 894 milhões de importações, uma alta de 35,2% na mesma base de comparação.

As exportações foram de 6,1 milhões de toneladas ou US$ 3,1 bilhões nos cinco primeiros meses de 2017, o que significa crescimento de 11,5% em volume e de 51,8% em valor, na mesma base de comparação. Também em relação às exportações, os resultados foram impactados pela entrada em operação da CSP no 2º semestre do ano passado, cuja produção é destinada, majoritariamente, ao mercado externo.

Dados de Maio de 2017

Em maio de 2017, a produção brasileira de aço bruto foi de 2,9 milhões de toneladas, uma expansão de 13,2% frente ao mesmo mês de 2016, aumento este influenciado pela entrada em operação da Companhia Siderúrgica do Pecem (CSP) no 2º semestre do ano passado.

Já a produção de laminados foi de 1,8 milhão de toneladas, aumento de 5,0% quando comparada a maio de 2016.

O consumo aparente foi de 1,6 milhão de toneladas, 5,7% maior do que o registrado no mesmo mês de 2016. As vendas internas cresceram 3,4% na mesma base de comparação, totalizando 1,4 milhão de toneladas.

As importações cresceram 37,9%, para 233 mil toneladas e aumentaram 41,3% em valor, para US$ 219 milhões também na comparação entre maio de 2017 e maio de 2016.

As exportações foram de 1,5 milhão de toneladas ou US$ 752 milhões, o que representa um crescimento de 20,7% em volume e 69,8% em valor, também na mesma base de comparação.

Ressalta-se aqui novamente o impacto das exportações da CSP em maio de 2017 na base de comparação com o mesmo mês de 2016, quando ainda não havia entrado em operação.


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