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Acompanhem os dados das agendas econômicas desta segunda-feira (20).

ÁSIA

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Na Ásia, não estavam programadas divulgações de indicadores.

EUROPA

Na Alemanha, em fevereiro de 2017, o índice de preços nos produtos industriais cresceu 3,1% em relação ao mês correspondente do ano anterior. Esta foi a taxa de variação homóloga mais elevada desde dezembro de 2011 (+ 3,5%). Em janeiro de 2017, a taxa de variação anual foi 2,4%. Em comparação com o mês anterior de janeiro de 2017, o índice geral subiu 0,2% em fevereiro de 2017 (0,7% em janeiro e 0,4% em dezembro).

Em fevereiro de 2017, os índices de preços de todos os principais grupos industriais aumentaram em relação a fevereiro de 2016: os preços da energia aumentaram 5,4%. Os preços dos produtos petrolíferos aumentaram 22,7%, enquanto os preços do gás natural (distribuição) diminuíram 7,5%. Os preços dos bens intermédios aumentaram 3,3%, os preços dos bens de consumo não duráveis em 2,3%. Os preços dos bens de consumo duráveis aumentaram 1,1% e os preços dos bens de capital 0,9%.

O índice geral, desconsiderando a energia, aumentou 2,2% em relação a fevereiro de 2016 e 0,3% em relação a janeiro de 2017. Os dados são do Destatis, o escritório de estatísticas da Alemanha, e apresentados hoje.

ESTADOS UNIDOS

Nos Estados Unidos, o relatório do Federal Reserve de Chicago.

BRASIL

O mercado financeiro reduziu, pela segunda vez consecutiva, a projeção para a inflação este ano. A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 4,19% para 4,15%, de acordo com o boletim Focus, uma publicação elaborada todas as semanas, pelo Banco Central (BC), e divulgada às segundas-feiras.

A estimativa para a inflação este ano está abaixo do centro da meta, que é 4,5%. A meta tem ainda limite inferior de 3% e superior de 6%. Para 2018, a projeção não foi alterada – continua em 4,5%.

A estimativa de instituições financeiras para o crescimento da economia (Produto Interno Bruto – PIB – a soma de todas as riquezas produzidas pelo país) este ano foi mantida em 0,48%. Para o próximo ano, passou de 2,4% para 2,5%.

Para o mercado financeiro, a taxa Selic encerrará 2017 em 9% ao ano. Para o final de 2018, a expectativa caiu de 8,75% para 8,50% ao ano. Atualmente, a Selic está em 12,25% ao ano. A Selic é um dos instrumentos usados para influenciar a atividade econômica e a inflação.

Quando o Copom aumenta a Selic, a meta é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando o Copom diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação.

No final desta tarde será apresentada a Balança Comercial e também a Arrecadação do Governo.


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