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Acompanhe os principais dados econômicos globais divulgados na manhã desta quinta-feira.

ÁSIA

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Na Ásia, no Japão, o Banco Central (BoJ) mostrou  que o índice de Preços dos Produtores de Serviços (todos os itens) subiu 0,5% em relação ao ano anterior. O índice de Preços dos Produtores de Serviços (todos os itens- sem transporte internacional) subiu 0,4% em relação ao ano anterior.

EUROPA

Na Alemanha, a economia continuou o seu crescimento moderado no final de 2016. Como informou o Serviço Federal de Estatística (Destatis) em sua primeira versão de 14 de fevereiro de 2017, o Produto Interno Bruto (PIB) aumentou 0,4% – ao preço, sazonal e calendário – no quarto trimestre de 2016 em relação ao trimestre anterior. A situação econômica da Alemanha em 2016 caracterizou-se por um crescimento sólido e estável (+ 0,7% no primeiro trimestre, + 0,5% no segundo trimestre e + 0,1% no terceiro trimestre). Para todo o ano de 2016, o aumento ficou em 1,9% (ajustado pelo calendário: + 1,8%). O resultado anual do PIB provisório divulgado em janeiro foi confirmado.

A confiança do consumidor na Alemanha sofre um pequeno revés em fevereiro. Espera-se que tanto as expectativas econômicas quanto as de receita, bem como a propensão para comprar, diminuam. A previsão do clima do consumidor para março está em 10.0 pontos após um nível de 10.2 em fevereiro. A mudança de presidente nos Estados Unidos e o considerável aumento recente da inflação colocaram um freio no humor geralmente positivo dos consumidores em fevereiro. Os dados são do relatório GfK Consumer Climate.

O índice do comércio da Itália mostrou evolução mensal no volume de negócios a preços correntes das empresas com estabelecimentos para as vendas de varejo. Com efeitos a partir de janeiro de 2013, os índices são calculados com referência ao ano base de 2010 utilizando a classificação Ateco 2007. Em dezembro de 2016, o índice de varejo dessazonalizado apresentou queda de 0,5% em relação a novembro de 2016 (-0,2% para bens alimentícios e -0,8% para bens não alimentícios). A média dos últimos três meses aumentou em relação aos três meses anteriores (+ 0,1%). O índice não ajustado diminuiu 0,2% em relação a dezembro de 2015. Os dados são do Istat e foram apresentados hoje.

ESTADOS UNIDOS

O número de americanos que solicitou auxílio-desemprego na semana  encerrada em 18 de fevereiro aumentou em 6 mil para 244 mil, segundo o relatório do Departamento de Trabalho divulgado hoje. A média de quatro semanas declinou ao nível o mais baixo desde julho 1973.

O mercado de trabalho apertado e a economia fortalecendo estão incitando empresas a segurar os empregados, ajustando a fase para maiores ganhos no salário. Na semana passada, incluímos o dia 12 do mês, coincide com o período em que o Departamento do Trabalho examina os empregadores para calcular os dados mensais da folha de pagamento.

A média móvel de quatro semanas diminuiu de 4 mil para 241 mil, a mais baixa desde 21 de julho de 1973. A média é inferior aos 247.500 durante o período comparável em janeiro.

Embora não houvesse nada de incomum nas figuras, as reivindicações foram estimadas para o Havaí, Virgínia e Wyoming, de acordo com o Departamento de Trabalho.

A última marca revela que são 103 semanas consecutivas de créditos abaixo de 300 mil, por isso os economistas consideram nível consistente com um mercado de trabalho saudável. O período de 161 semanas, que terminou em abril de 1970, foi o mais longo nos registros desde 1967.

O número de pessoas que continuam a receber benefícios sem emprego caiu 17 mil para 2.06 milhões na semana encerrada em 11 de fevereiro. A taxa de desemprego entre as pessoas elegíveis para os benefícios detidos em 1,5%. Estes dados são relatados com atraso de uma semana.

Ainda nos Estados Unidos, os preços dos imóveis norte-americanos subiram 1,5% no quarto trimestre de 2016, de acordo com o Índice de Preços das Casas (HPI) da Agência Federal de Financiamento da Habitação (FHFA). Os preços das casas subiram 6,2% desde o quarto trimestre de 2015 até o quarto trimestre de 2016. O índice mensal ajustado da FHFA para dezembro subiu 0,4% em relação a novembro. O HPI é calculado usando informações de preços de venda de imóveis de hipotecas vendidas ou garantidas por Fannie Mae e Freddie Mac.

BRASIL

O IBGE mostrou nesta quinta-feira que a taxa composta de subutilização da força de trabalho (que agrega a taxa de desocupação, taxa de subocupação por insuficiência de horas e da força de trabalho potencial) ficou em 22,2% no quarto trimestre de 2016, acima do resultado do terceiro trimestre de 2016 (21,2%) e do quarto trimestre de 2015 (17,3%). Em 2016, esse indicador ficou em 20,9%, em média. A região Nordeste teve a maior taxa (33,0%) no quarto trimestre, enquanto a menor ocorreu no Sul (13,4%). Entre os estados, a Bahia atingiu o patamar mais alto (36,2%), sendo o menor em Santa Catarina (9,4%). No Brasil, eram 24,3 milhões de pessoas nessa condição, um aumento de 6,0% em relação ao 3T16, o que representa 1,4 milhão de pessoas a mais nessa situação. Em relação ao 4T15, quando eram 18,5 milhões, o aumento foi de 31,4% ou 5,8 milhões de pessoas.

A taxa combinada de subocupação por insuficiência de horas trabalhadas e desocupação (pessoas ocupadas com uma jornada de menos de 40 horas semanais, mas que gostariam de trabalhar em um período maior somadas às pessoas desocupadas) foi de 17,2%. No trimestre anterior, o indicador havia ficado em 16,5% e, no 4º trimestre de 2015, 13,0%. A maior foi no Nordeste (23,9%), e a menor, no Sul (10,9%).

A taxa combinada da desocupação e da força de trabalho potencial, que abrange as pessoas que gostariam de trabalhar, mas não procuraram trabalho, ou que procuraram mas não estavam disponíveis para trabalhar (força de trabalho potencial), foi de 17,4%, acima dos 16,8% registrados no trimestre anterior e dos 13,5% apurados no último trimestre de 2015. No Nordeste, a taxa ficou em 24,6%, a maior entre as grandes regiões. A menor foi verificada no Sul (10,2%).

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) desacelerou de 0,64% em janeiro para 0,08% em fevereiro, segundo a FGV. Em 12 meses a inflação medida pelo indicador acumula elevação de 5,38%.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), um dos componentes do IGP-M, registrou queda de 0,09% em fevereiro. Teve influência os preços do grupo bens finais, que tiveram queda de 0,61%, puxado pelo subgrupo alimentos processados (-1,62%). As matérias-primas brutas tiveram retração de 0,64%, com destaque para as aves (-7,05%) e os bovinos (-2,79%).

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) teve alta de 0,39% em fevereiro. Em janeiro a variação tinha ficado em 0,64%. O grupo alimentação teve retração de 0,22%, com queda de 1,99% das carnes bovinas. O grupo transportes passou de 1,01% em janeiro para 0,51% em fevereiro. Teve influência nesse resultado a queda da gasolina (-0,33%).

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) teve alta de 0,53% em fevereiro contra 0,29% em janeiro. Os custos com materiais e equipamentos subiram 0,62% e com mão de obra, 0,45%.

Finalmente, a taxa de juros do rotativo do cartão de crédito subiu e bateu novo recorde no início deste ano. A taxa chegou a 486,8% ao ano, em janeiro, informou hoje o Banco Central do Brasil (BCB). A tarifa subiu 2,2 pontos percentuais em relação a dezembro e foi a maior da série histórica iniciada em março de 2011.

O rotativo é o crédito tomado pelo consumidor quando paga menos que o valor integral da fatura do cartão. A taxa do crédito parcelado também subiu e ficou em 161,9% ao ano, alta de 8,1 ponto percentual em relação a dezembro.


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