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O Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) variou 1,13%, em maio. A variação registrada em abril foi de 0,36%. Em maio de 2015, a variação foi de 0,40%. A taxa acumulada em 2016, até maio, é de 4,32%. Em 12 meses, o IGP-DI acumulou alta de 11,26%. O IGP-DI de maio foi calculado com base nos preços coletados entre os dias 1º e 31 do mês de referência. Os dados foram apresentados nesta terça-feira pela FGV/IBRE

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) registrou, em maio, variação de 1,49%. Em abril, a taxa foi de 0,29%. O índice relativo a Bens Finais apresentou variação de 0,18%. No mês anterior, a taxa de variação foi de -0,04%. O principal responsável por este movimento foi o subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de -0,77% para 0,31%. O índice de Bens Finais (ex), que resulta da exclusão de alimentos in natura e combustíveis, registrou variação de 0,29%, ante 0,45%, no mês anterior.

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O índice do grupo Bens Intermediários apresentou taxa de variação de 1,08%, ante -0,60%, no mês anterior. O principal responsável por este avanço foi o subgrupo materiais e componentes para a manufatura, cuja taxa de variação passou de -1,09% para 2,05%. O índice de Bens Intermediários (ex), calculado após a exclusão de combustíveis e lubrificantes para a produção, apresentou variação de 1,32%. No mês anterior, a variação foi de -0,67%.

No estágio das Matérias-Primas Brutas, a taxa de variação passou de 1,77%, em abril, para 3,58%, em maio. Os destaques no sentido ascendente foram: soja (em grão) (3,00% para 14,01%), milho (em grão) (6,62% para 9,61%) e mandioca (aipim) (-11,27%para -8,47%).Em sentido descendente, vale mencionar: bovinos (-0,07%para -2,25%), minério de ferro (5,70% para 2,88%) e cana-de-açúcar (2,29% para 0,84%).

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou variação de 0,64%, em maio, ante 0,49%, no mês anterior. Quatro das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram acréscimo em suas taxas de variação. A contribuição de maior magnitude para o avanço da taxa do IPC partiu do grupo Habitação (-0,29% para 0,77%). Nesta classe de despesa, vale mencionar o comportamento do item tarifa de eletricidade residencial, cuja taxa passou de -3,75% para 2,20%.

Também apresentaram acréscimo em suas taxas de variação os grupos:
Despesas Diversas (0,28% para 3,65%), Alimentação (0,69% para 0,77%) e Comunicação (0,14% para 0,29%).

Nestas classes de despesa, vale citar o comportamento dos itens: cigarros (0,29% para 8,70%), hortaliças e legumes (-1,92% para 2,21%) e mensalidade para internet (0,66% para 2,03%), respectivamente.

Em contrapartida, apresentaram decréscimo em suas taxas de variação os grupos:
Transportes (0,32% para -0,42%), Saúde e Cuidados Pessoais (2,41% para 1,36%),
Vestuário (0,74% para 0,65%) e Educação, Leitura e Recreação (-0,09% para -0,13%).

Nestas classes de despesa, os destaques foram: tarifa de ônibus urbano (1,26% para -0,28%), medicamentos em geral (7,01% para 2,83%), roupas (0,90% para 0,71%) e salas de espetáculo (0,78% para -0,61%), respectivamente.

O núcleo do IPC registrou taxa de 0,61%, ante 0,60%, apurada no mês anterior. Dos 85 itens componentes do IPC, 41 foram excluídos do cálculo do núcleo. Destes, 22 apresentaram taxas abaixo de 0,27%, linha de corte inferior, e 19 registraram variações acima de 0,98%, linha de corte superior. Em maio, o índice de difusão, que mede a proporção de itens com taxa de variação positiva, foi de 66,27%, ante 68,64%, no mês anterior.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou, em maio, taxa de variação de 0,08%, abaixo do resultado do mês anterior, de 0,55%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços mostrou variação de 0,07%. No mês anterior, a taxa foi de 0,35%. O índice que representa o custo da Mão de Obra registrou variação de 0,09%. No mês anterior, este índice variou 0,72%.


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