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O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) variou 0,14%, em fevereiro. A taxa apurada em janeiro foi de 0,88%. Em fevereiro de 2016, a variação foi de 1,55%. A taxa acumulada em 2017, até fevereiro, é de 1,02%. Em 12 meses, o IGP-10 registrou alta de 5,67%. O IGP-10 é calculado com base nos preços coletados entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência.Os dados são da FGV/IBRE e foram apresentados nesta quarta-feira.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou -0,03%, em fevereiro. Em janeiro, a variação foi de 1,08%. Os Bens Finais registraram taxa de variação de -0,81%, em fevereiro, ante 0,53%, em janeiro. O principal responsável por este movimento foi o subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de 0,50% para -1,33%. O índice relativo a Bens Finais (ex), calculado sem os subgrupos alimentos in natura e combustíveis para o consumo, registrou variação de -0,25%. No mês anterior, a taxa de variação foi de 0,32%.

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O índice do grupo Bens Intermediários registrou variação de 1,32%. No mês anterior, a taxa havia sido de 1,24%. Apenas o subgrupo materiais e componentes para a manufatura registrou aceleração, cuja taxa de variação passou de 0,42% para 1,33%. O índice de Bens Intermediários (ex),obtido após a exclusão do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, registrou variação de 0,90%. No mês anterior, este índice registrou variação de 0,46%.

O índice do grupo Matérias-Primas Brutas registrou variação de -0,56%. Em janeiro, a taxa foi de 1,55%. Contribuíram para a desaceleração do grupo os itens: minério de ferro (17,02% para 2,30%), aves (-1,60% para -8,82%) e milho (em grão) (-3,25% para -7,04%).Em sentido inverso, destacaram-se os itens: café (em grão) (-7,57% para 3,02%), mandioca (aipim) (0,12% para 8,78%) e laranja (-1,32% para 12,23%).

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou variação de 0,54%, em fevereiro, a mesma registrada no mês anterior. A principal contribuição em sentido ascendente partiu do grupo Habitação (-0,20% para 0,35%). Nesta classe de despesa, vale destacar o comportamento do item tarifa de eletricidade residencial, cuja taxa passou de -3,53% para -0,26%.

Também foram computados acréscimos nas taxas de variação em outras duas classes de despesa: Educação, Leitura e Recreação (1,65% para 2,99%) e Comunicação (0,34% para 0,37%). Nestas classes de despesa, vale citar o comportamento dos itens: cursos formais (3,03% para 5,98%) e tarifa de telefone móvel (0,39% para 0,93%), respectivamente.

Já em sentido descendente, a principal influência partiu do grupo Alimentação (0,66% para -0,01%). Nesta classe de despesa, a maior contribuição para este movimento partiu do item carnes bovinas, cuja taxa passou de 1,04% para -1,09%.

Os grupos Saúde e Cuidados Pessoais (0,63% para 0,42%), Despesas Diversas (1,10% para 0,30%), Vestuário (0,14% para -0,12%) e Transportes (0,90% para 0,85%) também apresentaram decréscimos em suas taxas de variação. Para cada uma dessas classes de despesa, vale citar o comportamento dos itens: artigos de higiene e cuidado pessoal (0,53% para 0,07%), cigarros (2,16% para 0,00%), roupas (-0,03% para -0,45%) e gasolina (2,65% para -0,55%), respectivamente.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou, em fevereiro, taxa de variação de 0,36%, ante 0,30%, no mês anterior. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,55%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,17%. O índice que representa o custo da Mão de Obra registrou variação de 0,19%. No mês anterior, este índice variou 0,41%.


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