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A expectativa mediana dos consumidores brasileiros para a inflação nos 12 meses seguintes recuou 0,4 ponto em relação ao mês anterior, ao passar de 5,8% para 5,4%, menor nível desde setembro de 2007 (5,2%). Em comparação com o mesmo período no ano anterior, houve recuo de 2,5 pontos percentuais. Os dados são da FGV/IBRE e foram apresentados hoje.

“A expectativa de inflação dos consumidores continua em queda, resultado que reflete de certa forma a divulgação da inflação de 2017 segundo o IPCA (2,95%) e o IGP-M (-0,52%). O primeiro por ter ficado abaixo do piso da meta de inflação e o segundo por ser o indicador que baliza os preços dos alugueis, importante item no orçamento das famílias. Para os próximos meses, espera-se que o indicador de expectativa de inflação apresente um comportamento mais estável, refletindo a trajetória do nível geral de preços da economia”, afirma o economista Pedro Costa Ferreira, da FGV/IBRE.

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Na distribuição por faixas de inflação, 48,2% dos consumidores projetaram inflação dentro dos limites de tolerância (3% – 6%) estabelecidos pelo Banco Central. Dentre os intervalos, o mais citado pelos consumidores foi aquele entre o limite inferior (3%) e a meta (4,5%), alcançando 28,8% das respostas.

A expectativa evoluiu favoravelmente em todas as faixas de renda, com destaque para as famílias com renda até R$ 2.100,00, em que a inflação prevista recuou 0,8 ponto. Os consumidores com renda acima de R$ 9.600,00 permanecem com as expectativas mais baixas (4%).


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