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WASHINGTON/NOVA YORK, 10 Out (Reuters) – O chefe da Agência
de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA, na sigla em
inglês) divulgou uma proposta formal nesta terça-feira para
encerrar e substituir um plano concebido pelo órgão durante o
mandato do ex-presidente Barack Obama para reduzir emissões de
gases do efeito estufa por usinas de geração de eletricidade.
O administrador da EPA, Scott Pruitt, emitiu uma notificação
de que a agência pretende revogar o Clean Power Plan (Plano de
Energia Limpa), que segundo ele baseava-se em cálculos
"controversos" sobre custos econômicos e benefícios.
Ele disse que o fim do plano pode economizar até 33 bilhões
de dólares em custos para seu cumprimento nos próximos anos.
A EPA iniciou um processo para substituir o plano, e
receberá contribuições sobre sua proposta por 60 dias.
O movimento é parte do plano do presidente dos Estados
Unidos, o republicano Donald Trump, de reviver a indústria de
carvão do país e incentivar a produção doméstica de combustíveis
fósseis.
A administração Trump prometeu reduzir regulamentações sobre
o carvão e a exploração de petróleo, o que tende a acontecer em
Estados que foram parte da base eleitoral do presidente.
No ano passado, a Suprema Corte dos EUA chegou a suspender o
Clean Power Plan, após Estados produtores de energia reclamarem
que a agência havia excedido sua responsabilidade legal na
regulamentação.
O plano buscava reduzir emissões de usinas de geração de
energia para 32 por cento abaixo dos níveis de 2005 até 2030.
A administração Trump deverá obrigatoriamente apresentar um
plano alternativo, uma vez que a EPA tem como dever legal
regular as emissões de carvão desde que a agência proclamou em
2009 que a poluição é um risco à saúde humana.
(Por Emily Flitter e Timothy Gardner)
((Tradução Redação São Paulo, 55 11 5644 7519))
REUTERS LC


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