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Por Idrees Ali
WASHINGTON, 21 Nov (Reuters) – As forças militares dos
Estados Unidos informaram ter matado mais de 100 militantes
islâmicos na Somália nesta terça-feira quando realizaram um
ataque aéreo contra o al Shabaab, um grupo insurgente ligado à
al Qaeda e que busca derrubar o governo apoiado pela Organização
das Nações Unidas.
O Comando dos Estados Unidos para a África informou que o
ataque foi realizado em um acampamento a 200 quilômetros da
capital, Mogadíscio, e que os EUA irão continuar mirando
militantes.
O ataque foi feito em coordenação com o governo federal da
Somália, segundo o Pentágono.
Ataques aéreos dos EUA matando um número tão alto de
militantes na Somália são raros, mas não inéditos. Em março de
2016, um ataque aéreo norte-americano matou mais de 150
combatentes do al Shabaab na Somália.
A agência de notícias estatal da Somália, Sonna, relatou
posteriormente nesta terça-feira que "cerca de 100 militantes"
foram mortos quando aviões dos EUA e soldados somali atacaram
bases do al Shabaab na área de Bur Elay, na região de Bay.
O porta-voz do al Shabaab, Abdiasis Abu Musab, negou o
ataque. "Isto é somente propaganda", disse à Reuters na Somália.
O al Shabaab luta para derrubar o governo federal de
transição da Somália, apoiado pelo Ocidente, e impor seu próprio
regime no país do Chifre da África.
Mais cedo neste mês, os EUA alertaram sobre uma ameaça a
seus funcionários diplomáticos em Mogadíscio e direcionaram
todos os funcionários não essenciais a deixarem a capital.
O al Shabaab perdeu controle da maior parte das cidades da
Somália desde que foi afastado de Mogadíscio em 2011, mas o
grupo ainda possui uma forte presença em partes do sul e do
centro e realiza ataques a tiros e bombas.
((Tradução Redação São Paulo, 5511 56447765))
REUTERS TR


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