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4 Dez (Reuters) – Os estoques de passagem de café no Brasil,
maior produtor mundial, cairão em mais da metade ao fim da safra
2017/18, após preços atrativos desencadearem vendas de grãos
mais antigos, disse a exportadora Comexim em relatório nesta
segunda-feira.
Em 30 de junho de 2018, quando se encerra o ciclo 2017/18 no
Brasil, os estoques de passagem de café estarão em 1,035 milhão
de sacas de 60 kg, abaixo das 2,635 milhões de sacas em junho de
2017, disse a Comexim.
Os estoques foram previstos para caírem acentuadamente após
torrefadores locais buscarem alternativas a uma pequena safra de
robusta, criando um mercado apertado para exportadores, e
levando grãos mais antigos que haviam ficado retidos a serem
vendidos, disse a empresa.
"A diferença de preços entre cafés de baixa qualidade,
conilons (robusta), 'cafés antigos', cafés bebida dura e finos
foi a mais apertada que tivemos em mais de 60 anos de nossa
história, tornando atrativa" a liberação de estoques, afirmou a
Comexim.
Isso ocorreu após uma colheita de 49,4 milhões de sacas em
2017/18, composta de 38,8 milhões de sacas de arábica e 10,6
milhões de sacas de robusta, segundo a Comexim.
A previsão se compara à estimativa de produção do adido dos
Estados Unidos, de 51,2 milhões de sacas e estoques finais de
2,57 milhões de sacas em junho de 2018.
A Comexim disse que sua estimativa para os estoques de
passagem não refletem os estoques totais, no entanto, uma vez
que a safra de robusta começará a ser colhida antes de junho,
com café disponível para uso em maio.
(Por Marcy Nicholson)
((Tradução Redação São Paulo, 5511 56447765))
REUTERS LM JRG


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