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Por Kate Holton
LONDRES, 16 Abr (Reuters) – A WPP , maior empresa de
publicidade do mundo, entrou em nova fase nesta segunda-feira,
sem seu fundador Martin Sorrell, num momento de mudanças no
segmento.
As ações da empresa caíram mais de 6 por cento após Sorrell
sair da empresa no sábado, depois que o conselho de
administração investigou uma acusação de má conduta.
A partida repentina do executivo, a cara da empresa desde
sua fundação em 1985, despertou dúvidas a capacidade do grupo em
manter em sua atual forma de empregar 200 mil pessoas em mais de
400 agências em 112 países. A saída também criou receios de que,
sem os contatos de Sorrell, a empresa poderia perder clientes e
talentos enquanto busca um novo presidente-executivo.
"A saída de Sorrell é negativa considerando o quanto ele
contribuiu para a criação dos ativos que a WPP tem hoje", disse
o analista da Pivotal Research Brian Wieser.
A WPP disse que o presidente do conselho, Roberto Quarta,
assumirá como presidente-executivo do conselho, enquanto o chefe
da área digital, Mark Read, e o vice-presidente operacional da
WPP Europa, Andrew Scott, que supervisionou aquisições, assumem
em conjunto como vice-presidentes operacionais.
Eles herdam uma tarefa difícil, após a WPP reportar em março
seu resultado mais fraco desde a crise financeira, uma vez que
grupos de bens de consumo como Unilever e P&G cortaram gastos e
com a perda de outros clientes.
O segmento também está enfrentando Google e Facebook, que
dominam o mercado de anúncios online, e consultorias como
Accenture, avançam agressivamente no setor.
((Tradução Redação São Paulo, 5511 5644-7727))
REUTERS FB AAP


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