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SÃO PAULO, 14 Abr (Reuters) – A União Europeia deve ampliar
a proibição das importações de frango processadas pela
brasileira BRF , maior exportadora de frango do mundo,
segundo publicou o jornal Folha de S.Paulo neste sábado.
Atualmente, a UE não permite a entrada no bloco de frango
processado em três fábricas da BRF no país, todas alvos de uma
investigação da operação Carne Fraca, sob suspeita de tentarem
escapar de fiscalização de segurança alimentar.
Segundo a reportagem, as autoridades europeias poderiam
expandir a proibição para todas as fábricas da BRF no Brasil,
após uma reunião com autoridades brasileiras nesta semana. A
decisão é esperada na próxima semana.
O senador Cidinho Santos, membro do grupo que visitou
representantes da UE em Bruxelas, disse ao jornal que os
europeus ameaçavam proibir as exportações de todas as plantas da
BRF, mesmo após explicações e garantias dadas pelo ministro da
Agricultura, Blairo Maggi.
"Deixamos a reunião pessimistas", disse o senador, segundo o
jornal.
A BRF não retornou imediatamente os pedidos de comentários.
O escândalo da segurança alimentar e as dificuldades
operacionais prejudicaram o desempenho da BRF recentemente. A
empresa teve prejuízo de 1 bilhão de reais no ano passado e
acionistas estão exigindo mudanças na administração.
Na sexta-feira, a companhia informou que acionistas terão
direito a voto múltiplo para escolher os novos membros do
conselho em uma assembleia no dia 26 de abril, após a tentativa
de uma proposta comum fracassar.
Espera-se que Luiz Fernando Furlan, ex-ministro da Indústria
e Comércio, substitua Abilio Diniz, um proeminente investidor
brasileiro, como presidente do conselho de administração da BRF.
(Reportagem de Marcelo Teixeira)
((Tradução Redação São Paulo; + 55 11 5644-7712))
REUTERS AAP


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