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BEIRUTE, 12 Nov (Reuters) – O presidente libanês, Michel
Aoun, informou neste domingo que a liberdade do
primeiro-ministro, Saad al-Hariri, era restrita em Riad, a
primeira vez que o governo libanês publicamente manifesta
acreditar que a Arábia Saudita esteja mantendo no país contra
sua vontade.
Aoun disse que Hariri estava vivendo em "circunstâncias
misteriosas" em Riad, o que "chegou ao ponto de restringir sua
liberdade" e "as condições impostas abrangiam sua residência e
seu contato até mesmo com membros de sua família".
Na quinta-feira, a Reuters citou autoridades sênior do
governo libanês dizendo que as autoridades acreditavam que
Hariri estivesse contra sua vontade em Riad, onde pediu sua
demissão como primeiro-ministro em um movimento inesperado em 4
de novembro, um dia depois de desembarcar na Arábia Saudita.
Aoun afirmou que isso lançou dúvidas sobre qualquer coisa
que Hariri tenha dito, ou que dirá, e suas declarações não podem
ser consideradas uma expressão de sua vontade livre. Hariri deve
conceder entrevista a uma emissora de televisão mais tarde neste
domingo.
A Arábia Saudita negou que Hariri sejam mantido no país
contra própria vontade ou que tenha sido forçado e renunciar
como primeiro-ministro.
(Por Tom Perry)
((Tradução Redação São Paulo; 55 11 56447553))
REUTERS GM

(Por Gabriela Mello)
(([email protected]; 551156447553; Reuters
Messaging: [email protected]))

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