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LOS ANGELES, 16 Abr (Reuters) – O presidente-executivo do
Starbucks, Kevin Johnson, quer se encontrar com os dois homens
negros presos em uma loja da rede de cafeterias na Filadélfia na
semana passada para pedir desculpas pelo incidente, que gerou
acusações de racismo contra as lojas da rede.
Os homens, que não compraram nada na loja, foram algemados e
presos por invasão na quinta-feira, depois que um gerente da
loja chamou a polícia e relatou a presença deles. Testemunhas
disseram que os homens estavam calmamente sentados na cafeteria
e, em um vídeo amplamente visto, algumas delas perguntam aos
policiais se os homens tornaram-se alvos por serem negros.
A polícia soltou os homens sem apresentar acusações.
"As circunstâncias em torno do incidente e o resultado em
nossa loja na quinta-feira foram repreensíveis… foram
errados", disse Johnson ao programa Good Morning America, da
emissora ABC, nesta segunda-feira, após protestos na loja da
Filadélfia e pedidos por um boicote contra a empresa nas redes
sociais.
O incidente, que ocorre cerca de um ano depois de Johnson
assumir o comando da empresa, vem num momento em que a companhia
sofre com crescimento frustrantes nas vendas em suas mais de 14
mil lojas nos EUA.
Johnson, que estava na Filadélfia durante a entrevista,
disse que foi "completamente inapropriado envolver a polícia".
Ele disse que uma revisão disciplinar estava em andamento e
afirmou que o Starbucks realizará treinamento para evitar
preconceitos inconscientes.
Representantes do Starbucks não responderam imediatamente a
pedidos de comentários. Advogados dos dois homens não puderam
ser encontrados de imediato.
(Reportagem de Lisa Baertlein em Los Angeles)
((Tradução Redação São Paulo, 5511 56447759))
REUTERS ES PF


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