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Depois de dois anos com saldos negativos, os pequenos negócios voltam a reagir com saldo positivo na geração de empregos em 2017. Os pequenos negócios acumularam um saldo de aproximadamente 330 mil novos empregos, nos últimos 12 meses, na contramão das médias e grandes empresas, que foram responsáveis pela extinção líquida de 350 mil postos de trabalho neste mesmo período. “Os números mostram que há uma sinalização real em reverter de vez os saldos negativos de 2015 e 2016. Isso demonstra a força e importância das micro e pequenas empresas na geração de empregos do país”, explica o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos.

O acumulado do ano aponta ainda que praticamente todos os setores obtiveram resultado positivo, com destaque para as MPE do setor de Serviços, com um saldo de 206,4 mil postos de trabalho formais gerados, seguidas das do Comércio, com 90 mil novos empregos. Os dados são do levantamento feito pelo Sebrae com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), fornecido pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Apenas os setores da Construção Civil e da Extração Mineral registraram saldos negativos de 6,4 mil e de 2,1 mil, respectivamente.

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Ao longo do ano, com exceção dos meses de março e dezembro, as micro e pequenas empresas apresentaram número de contratação superior ao de demissões. “E apesar das médias e grandes empresas terem fechado 2017 com saldo negativo, há uma sinalização de que haverá recuperação geral na geração de empregos, o que também é bom para as micro e pequenas”, destaca Afif. Em função da sazonalidade, as empresas, de um modo geral, apresentam saldos negativos de empregos todos os anos no mês de dezembro, que em 2017 foram puxados pela Indústria e pelo setor de Serviços. No último mês do ano passado, os pequenos negócios registraram o saldo negativo de 164 mil empregos, enquanto as médias e grandes empresas computaram também saldo negativo de 147 mil empregos.


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