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MILÃO, 17 Mai (Reuters) – O presidente-executivo da Telecom
Italia , Amos Genish, disse nesta quinta-feira que tem
apoio total do conselho de administração da companhia para
colocar em andamento seu plano de desenvolvimento de três anos e
que as propostas apresentadas pelo fundo Elliott não estão sendo
discutidas.
O fundo ficou com controle do conselho de administração da
companhia italiana depois de superar a maior acionista Vivendi
em uma assembleia de investidores realizada neste mês.
Além da reformulação do conselho de administração da empresa
que controla a TIM no Brasil, o fundo propôs uma
separação ou venda parcial da companhia de infraestrutura de
rede a ser criada pela Telecom Italia. O Elliott também propôs
uma conversão de ações preferenciais, retorno de pagamento de
dividendos e vendas de ativos.
Mas, recentemente, o fundo afirmou que compete ao novo
conselho de administração da Telecom Italia decidir se e quando
executar tais propostas.
"Está claro que (o apoio do conselho) existe e eu me sinto
muito confortável em avançar com o que precisa ser feito", disse
Genish, que já foi presidente da Telefônica Brasil , a
analistas. "Estou aqui para o longo prazo."
Genish afirma que sua permanência na Telecom Italia é
condicional à execução de seu plano de três anos lançado em
março e que se foca em uma transformação digital da companhia,
recuperação de suas finanças e retorno ao grau de investimento.
Ele excluiu qualquer venda da TIM e acrescentou que o
processo de consolidação no Brasil precisa ser "avaliado com
cuidado" para não colocar em risco a recuperação da operadora e
a geração de caixa.
"Todos estão convencidos de que a TIM como companhia isolada
é um ativo lucrativo que está indo extremamente bem", disse
Genish.
((Tradução Redação São Paulo, 55 11 56447753))
REUTERS AAJ


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