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Por David Ingram
SAN FRANCISCO, 17 Jan (Reuters) – O Facebook disse
nesta quarta-feira que fará uma nova e abrangente busca em seus
registros por possíveis propagandas russas que podem ter sido
disseminadas no período anterior ao referendo britânico de 2016
sobre a saída da União Europeia.
Parlamentares do Reino Unido reclamaram de que a maior rede
social do mundo fez uma busca limitada de evidências de que
russos manipularam a rede em meio ao debate sobre o Brexit.
A Rússia nega a interferência no referendo britânico ou nas
eleições presidenciais norte-americanas de 2016.
Facebook, Twitter , YouTube e Google, da Alphabet
, estiveram sob intensa pressão na Europa e nos EUA
para impedir que nações usassem serviços de tecnologia para
interferir nas eleições de outro país e para investigar quando
surgirem provas de tal envolvimento.
A nova análise do Facebook no Reino Unido exigirá que os
especialistas em segurança da empresa voltem e analisem dados
históricos, escreveu nesta quarta-feira Simon Milner, diretor de
política da empresa no Reino Unido, em carta para Damian
Collins, presidente do Comitê Digital, Cultura, Meios de
Comunicação e Esporte do parlamento britânico.
Em dezembro, a rede social disse que encontrou apenas 0,97
dólar gastos com publicidade por parte de agentes russos antes
do referendo no Reino Unido. Sua análise, no entanto, envolveu
apenas contas vinculadas à Internet Research Agency, suspeita de
serviço de propaganda para a Rússia.
(Por David Ingram)
((Tradução Redação São Paulo; +55 11 56447745))
REUTERS TH AAP


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