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Por Jan Strupczewski
BRUXELAS, 15 Mai (Reuters) – O crescimento econômico europeu
é forte, principalmente graças à demanda doméstica, mas os
governos não estão tirando proveito suficiente dessa situação
para reduzir sua dívida e implementar reformas, disse o Fundo
Monetário Internacional (FMI) nesta terça-feira.
O FMI prevê que o crescimento das economias europeias
avançadas, principalmente a zona do euro, desacelerará para 2,3
por cento este ano de 2,4 por cento em 2017 e 2 por cento em
2019. A Comissão Europeia prevê o mesmo movimento.
"Em meio aos bons tempos, no entanto, os esforços de ajuste
fiscal e reformas estruturais estão diminuindo", disse o FMI.
"Com as perspectivas econômicas continuando a melhorar no
curto prazo mas as perspectivas de médio prazo menos brilhantes,
as autoridades monetárias devem aproveitar o momento para
reconstruir o espaço para manobra fiscal e avançar com reformas
para impulsionar o potencial de crescimento."
Apesar do forte crescimento, algumas das maiores economias
da zona do euro como França, Itália ou Espanha, têm sido lentas
em reduzir ainda mais seus déficits orçamentários em direção a
uma posição equilibrada, enquanto outras, como a Bélgica, estão
aumentando o déficit.
"Em muitas economias, as autoridades monetárias deveriam se
esforçar para reduzir os déficits fiscais ao longo dos próximos
anos", disse o FMI.
"Dessa forma, os estabilizadores automáticos e o estímulo
fiscal podem ser implantados novamente, caso os riscos se
concretizem. Além disso, estabilizar e reduzir a dívida pública
ajudaria as economias a lidarem melhor com as pressões dos
crescentes gastos com aposentadorias e assistência médica",
afirmou.

(Por Jan Strupczewski)
((Tradução Redação São Paulo; +55 11 56447509))
REUTERS TH CMO

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