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A The Dow Chemical Company anunciou hoje a conclusão de um acordo com a CITIC Agri Fund para a venda de uma parte do negócio de sementes de milho da Dow AgroSciences no Brasil, pelo valor de US$ 1.1 bilhão. A venda inclui plantas de processamento e centros de pesquisa de sementes, uma cópia do banco brasileiro de germoplasma de milho, a marca de sementes Morgan e uma licença para o uso da marca Dow Sementes por um período determinado. Os ativos vendidos geraram receita de aproximadamente US$ 287 milhões em 2016.

O negócio tem como objetivo cumprir o acordo de desinvestimento firmado com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) do Brasil, para obter a autorização condicional da proposta de fusão com a DuPont. A venda está condicionada à conclusão da transação de fusão entre as empresas.

“O anúncio de hoje é mais um avanço no processo de aprovação regulatória e mantém a lógica estratégica e o potencial de criação de valor da fusão com a DuPont, além de permitir a criação de três empresas independentes, conforme já anunciado”, diz Andrew Liveris, presidente e CEO da Dow. “Nós acreditamos que este acordo atende aos melhores interesses das partes envolvidas, desde acionistas, clientes e colaboradores. A combinação de nossos portfólios, mesmo com essa venda, criará uma empresa agrícola muito mais forte, com mais soluções e inovações para atender aos produtores de todo o mundo”.

O compromisso de desinvestimento proposto no Brasil é suplementar à venda previamente anunciada de determinadas partes do portfólio global de proteção de cultivos e do pipeline de P&D da DuPont, além dos negócios globais de copolímeros e ionômeros Ethylene Acrylic Acid da Dow. Os acordos foram assumidos com a Comissão Europeia e agências reguladoras. As duas companhias estão trabalhando juntas para que a transição para o novo comprador seja feita de forma organizada e gradativa, buscando o menor impacto para todos os envolvidos.

A Dow e a DuPont continuam trabalhando de forma construtiva com os órgãos de regulamentação nas demais jurisdições relevantes para obter a autorização para a fusão, além de avançarem no cumprimento dos requisitos necessários às aprovações condicionais já recebidas.

Com a fusão será possível gerar sinergias de custo de cerca de US$ 3 bilhões e de crescimento de US$ 1 bilhão. Ambas as empresas reafirmam a expectativa de concluir o processo em agosto de 2017, com as separações das empresas ocorrendo no prazo de 18 meses após a conclusão da fusão.


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