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Os dados do IBGE mostram também que pelo sexto trimestre seguido, todos os componentes da demanda interna apresentaram resultado negativo na comparação com igual período do ano anterior. No segundo trimestre de 2016, a Despesa de Consumo das Famílias caiu 5,0%. Este resultado pode ser explicado pela deterioração dos indicadores de inflação, juros, crédito, emprego e renda ao longo do período.

A Formação Bruta de Capital Fixo sofreu contração de 8,8% no segundo trimestre de 2016, a nona consecutiva. Este recuo é justificado, principalmente, pela queda das importações e da produção interna de bens de capital, sendo influenciado ainda pelo desempenho negativo da construção neste período. A Despesa de Consumo do Governo, por sua vez, caiu 2,2% em relação ao segundo trimestre de 2015.

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No setor externo, as Exportações de Bens e Serviços apresentaram expansão de 4,3%, enquanto que as Importações de Bens e Serviços caíram em 10,6%, ambas influenciadas pela desvalorização cambial de 14,3% e pelo desempenho da atividade econômica registrados no período. Dentre as exportações de bens, os destaques de crescimento foram veículos automotores, agropecuária, metalurgia e papel e celulose. Na pauta de importações de bens, as maiores quedas ocorreram em siderurgia, indústria automotiva, produtos têxteis, vestuário e calçados, eletroeletrônicos e petróleo.

PIB cai (-4,6%) no primeiro semestre de 2016

O PIB, no 1º semestre de 2016, apresentou queda de 4,6% em relação a igual período de 2015, seguindo a contração de 5,2% no semestre encerrado em dezembro de 2015. Nesta base de comparação, destaque para o desempenho negativo da Indústria (-5,2%). Já a Agropecuária e os Serviços caíram, respectivamente, 3,4% e 3,5%.


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