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O IFECAP – Índice de Expectativas nos Negócios – da FECAP (Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado), realizado entre os dias 13 a 23 de junho de 2017, registrou, para o mês, 109,01 pontos na série com ajuste sazonal, um crescimento de 7,6% em relação ao mês de maio de 2017 e de 38% na comparação com junho de 2016.

“Desde o início de janeiro de 2017, o índice está acima de 100 pontos, o que indica expectativas positivas, no entanto, as perspectivas dos comerciantes paulistas sob o momento atual dos negócios continuam indicando pessimismo”, explica o professor de Economia Erivaldo Costa Vieira, Coordenador do NECON – Núcleo de Conjuntura Econômica da FECAP.

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O Índice-Momento Atual, que capta a situação atual dos negócios, chegou a 96,8 pontos (baixa expectativa), mas os resultados para este mês indicam melhora.

O Índice-Momento Atual cresceu 9,5% na comparação com o mês anterior e 47% em relação a junho de 2016. Já as expectativas para o próximo trimestre, captadas pelo Índice-Futuro, chegou a 127,31 pontos, aumento de 5,6% na passagem dos meses de maio para junho e crescimento de 29% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

A percepção do empresariado do comércio apurada no Índice-Momento Atual do mês é resultado das vendas que chegaram a 89,87 pontos, crescimento de 15,1% em relação ao mês anterior e da recuperação do Índice-Momento Atual Encomendas que avançou em 20,7% (90,22 pontos) na série com ajuste sazonal. O Índice-momento Atual dos Negócios chegou a 110,32 pontos, queda de 1,9% em relação a maio e aumento de 30% em comparação ao mês de junho de 2016.

Já as perspectivas para o próximo trimestre, captadas pelo Índice-Futuro, resultam da melhora do Índice Futuro Vendas, com 127,87 pontos e do avanço do Índice Futuro Encomendas, que atingiu a marca 126,75 pontos. Um aumento de 6,6% e 4,7%, respectivamente, na comparação com maio.

Por porte de empresas, as expectativas pioraram para as de grande porte, com recuo de 1,4% em relação ao mês anterior, no entanto, melhoraram entre as pequenas, micros e médias empresas. Do ponto de vista regional, houve aumento das perspectivas na capital paulista, com crescimento de 10,1%, mas piorou na região do interior, caindo 4,6%.


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