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BRASÍLIA, 12 Mar (Reuters) – O diretor-geral da Organização
Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo, afirmou nesta
segunda-feira, após se reunir com o presidente Michel Temer, que
o governo brasileiro não deve, ao menos por ora, recorrer à
entidade para questionar a decisão do presidente dos Estados
Unidos, Donald Trump, de sobretaxar importações de aço e
alumínio.
Segundo Azevêdo, o Brasil busca chegar a uma entendimento
com outras nações para tomar uma decisão coletiva em relação aos
EUA.
"Pelo que pude depreender, o governo brasileiro está em
contato com outros países que podem ser afetados por essas
medidas para estudar quais alternativas seriam mais adequadas
do ponto de vista brasileiro e até coletivo. Eu não sei se há
uma determinação neste momento de recorrer ao mecanismo de
solução de controvérsias da OMC", disse Azevêdo a jornalistas.
Azevêdo afirmou que o governo brasileiro "não exclui" a
possibilidade de pedir a arbitragem da OMC, mas busca outras
alternativas de solução do conflito.
O diretor-geral da OMC afirmou que, no momento, se está no
início das articulações. "Acho que nós estamos em um primeiro
momento da rodada de negociações e espero muito que esse
entendimento frutifique e que nós consigamos evitar uma situação
de quiproquó", disse, ao observar que uma escalada de
retaliações seria difícil de reverter.

(Por Ricardo Brito, edição Alberto Alerigi Jr. e Maria Pia
Palermo)
(([email protected]; 5511-5644-7753; Reuters
Messaging: [email protected]))

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