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Tesouro Direto Taxa Zero 970×250

(Texto atualizado com dados oficiais de fechamento e mais
informações)
Por Paula Arend Lauer
SÃO PAULO, 30 Jan (Reuters) – O principal índice de ações da
B3 fechou em queda pelo segundo pregão seguido nesta
terça-feira, acompanhando a realização de lucros de bolsas no
exterior, mas o movimento foi atenuado por ganhos no setor de
papel e celulose após resultado forte da Fibria no
quarto trimestre de 2017.
O Ibovespa caiu 0,25 por cento, a 84.482 pontos. O
volume financeiro somou 9,873 bilhões de reais.
De acordo com profissionais da área de renda variável
ouvidos pela Reuters, muitos investidores decidiram colocar no
bolso os ganhos recentes, após o Ibovespa ter renovado máximas
desde o início do ano, ultrapassando 85 mil pontos na semana
passada pela primeira vez.
Um desses profissionais também citou uma presença mais fraca
de estrangeiros na sessão, classe de investidor que vem dando
suporte à bolsa paulista. "O volume negociado hoje foi mais
fraco do que na semana passada, o que demonstra que o fluxo
diminuiu", disse.
Na semana passada, o giro médio diário ficou ao redor de
12,8 bilhões de reais. No ano, é de pouco mais de 10 bilhões de
reais. Já o saldo positivo de estrangeiros na Bovespa em 2018
superava 9 bilhões de reais até o dia 26.
No exterior, o norte-americano S&P 500 caía quase 1
por cento neste final de tarde.
Do lado positivo, a temporada de balanços das empresas
listadas no Ibovespa começou com números fortes da fabricante de
celulose Fibria. Analistas esperam, de modo geral, números
sólidos e melhores do que um ano atrás para as companhias
brasileiras nesta safra de resultados.

DESTAQUES
– PETROBRAS ON e PETROBRAS PN caíram
2,44 e 1,81 por cento, na esteira do recuo dos preços do
petróleo no mercado internacional, além de noticiário intenso da
companhia no final da segunda-feira, incluindo dados das
reservas provadas da companhia.

Tesouro Direto Taxa Zero 300×250

– VALE perdeu 1 por cento, também pesando no
índice, diante da queda dos preços do minério de ferro à vista
na China .

– ITAÚ UNIBANCO PN fechou em baixa de 0,39 por
cento, encerrando longe da mínima da sessão e ajudando a atenuar
a pressão negativa. BRADESCO PN também colaborou ao
reverter as perdas vistas mais cedo e encerrar em alta de 1 por
cento. BANCO DO BRASIL cedeu 0,39 por cento e
SANTANDER BRASIL , que divulga balanço após o
fechamento, terminou com variação negativa de 0,2 por cento.

– QUALICORP cedeu 3,95 por cento, maior queda do
Ibovespa. Analistas do BTG Pactual aguardam números fracos para
a administradora de planos de saúde coletivos no balanço do
quarto trimestre. Na contramão, ainda no setor de saúde, FLEURY
subiu 2,41 por cento. Neste caso, a equipe do BTG
avalia que o resultado pode surpreender, com expansão de margem.

– FIBRIA avançou 2,02 por cento, após repercussão
positiva ao resultado do último trimestre, particularmente o
desempenho do Ebitda ajustado. O setor de papel e celulose como
um todo foi contagiado pelo balanço, com SUZANO PAPEL E CELULOSE
fechando em alta de 2,88 por cento e KLABIN UNIT
subindo 0,44 por cento.

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(Edição Alberto Alerigi Jr.)
(([email protected]; +55 11 5644 7764; Reuters
Messaging: paula.laier.thomsonre[email protected]))


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