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O BNDES aprovou o primeiro financiamento às exportações da nova família de jatos comerciais da Embraer. A operação visa à exportação de aeronaves do modelo E190-E2, o primeiro membro da família de E-Jets E2, para a empresa aérea regional norueguesa Widerøe.

O contrato comercial entre a Widerøe e a Embraer prevê a possibilidade de exercício de opções de compra de aeronaves E2 nos próximos anos, o que poderá resultar num total a ser exportado de até 15 aeronaves. A Widerøe é a maior companhia aérea regional da Escandinávia e será a primeira companhia aérea no mundo a receber o novo E190-E2. O primeiro voo comercial está previsto para o dia 24 de abril, na Noruega.

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A Noruega tem a causa ecológica como uma de suas principais bandeiras (é, inclusive, o principal doador de recursos ao Fundo Amazônia, de que o BNDES é gestor), e a aquisição do primeiro E2 por uma empresa aérea do país atesta o produto como o mais ambientalmente amigável em sua categoria. De acordo com a Embraer, os novos sistemas e motores do E190-E2 proporcionam uma economia da ordem de 17% no consumo de combustível, bem como menor emissão de gases e ruídos, em comparação à primeira geração do E190.

Papel do BNDES

O apoio BNDES tem sido um importante componente tanto para garantir investimentos em inovação como para alavancar exportações do setor aeronáutico, indústria estratégica para o País e que gera empregos de alta qualificação e remuneração.

Além de financiar a comercialização das primeiras aeronaves de um modelo recém-lançado, abrindo um mercado, o BNDES esteve presente no próprio desenvolvimento da nova família de jatos Embraer. Entre 2014 e 2015, o Banco destinou R$ 1,2 bilhão ao projeto, em linha com sua prioridade estratégica de apoiar investimentos em inovação.


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