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(Texto atualizado com mais informações)
WASHINGTON, 14 Jun (Reuters) – As vendas do varejo nos
Estados Unidos cresceram mais que o esperado em maio, quando os
consumidores compraram veículos e uma série de outros bens mesmo
pagando mais pela gasolina, na mais recente indicação de
aceleração do crescimento econômico no segundo trimestre.
O Departamento de Comércio dos EUA informou nesta
quinta-feira que as vendas no varejo saltaram 0,8 por cento no
mês passado, o maior avanço desde novembro de 2017. Os dados de
abril foram revisados ??para cima, mostrando aumento de 0,4 por
cento em vez do ganho anterior de 0,2 por cento.
Economistas consultados pela Reuters esperavam que as vendas
no varejo aumentariam 0,4 por cento em maio. As vendas no varejo
em maio aumentaram 5,9 por cento em relação ao ano passado.
Excluindo automóveis, gasolina, materiais de construção e
serviços de alimentação, as vendas no varejo aumentaram 0,5 por
cento no mês passado, após crescimento de 0,6 por cento revisado
para cima em abril. O chamado núcleo das vendas no varejo
corresponde mais de perto ao componente de gasto do consumidor
do Produto Interno Bruto (PIB).
O Federal Reserve, banco central norte-americano, aumentou a
taxa de juros na véspera pela segunda vez este ano. O Fed prevê
mais dois aumentos nas taxas para 2018 e disse que "a atividade
econômica vem subindo a uma taxa sólida… e o crescimento dos
gastos das famílias melhorou".
O forte crescimento das vendas no varejo se soma a dados que
vão desde o mercado de trabalho até a manufatura e comércio,
sugerindo que a economia está recuperando o ímpeto no segundo
trimestre após o crescimento ter desacelerado no início do ano
em meio à queda acentuada nos gastos do consumidor.
Em maio, as vendas de automóveis subiram 0,5 por cento,
depois de ganhar 0,2 por cento em abril. As vendas nos postos de
serviço aumentaram 2 por cento, refletindo os preços mais altos
da gasolina.
Os preços na bomba aumentaram 15,5 por cento este ano, de
acordo com dados da US Energy Information Administration.
(Por Lucia Mutikani)
((Tradução Redação São Paulo; +55 11 56447509))
REUTERS TH CMO PD


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