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O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil decide entre hoje e amanhã (08) a nova taxa referencial de juros básica, Selic.

Com isso, a o diretor executivos de estudos e pesquisas econômicas da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (ANEFAC), Miguel José Ribeiro de Oliveira, simulou os efeitos de uma eventual elevação da SELIC, considerando:
– Simulações com a elevação da SELIC de 14,25% ao ano para 14,50% ao ano (elevação de 0,25 ponto percentual);

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– Simulações com a elevação da SELIC de 14,25% ao ano para 14,75% ao ano (elevação de 0,50 ponto percentual);

– Simulação demonstrando todo o impacto ocorrido nas taxas de juros das operações de crédito no período de março/2013 a abril/2016, período este que o Banco Central elevou a SELIC de 7,25% ao ano para 14,25% ao ano, elevação de 7,00 pontos percentuais.

– Simulações com a redução da SELIC de 14,25% ao ano para 14,00% ao ano (redução de 0,25 ponto percentual);

– Simulações com a redução da SELIC de 14,25% ao ano para 13,75% ao ano (redução de 0,50 ponto percentual);

Ao final, o executivo considerou que o Banco Central vai manter inalterada a taxa básica de juros (SELIC).

“Caso o mesmo resolva por uma elevação na taxa básica de juros por conta da inflação ainda elevada e acima do teto da meta determinada, seja qual for esta elevação da Selic, bem como uma eventual redução da taxa básica de juros a mesma pouco impacto terá nas taxas de juros das operações de crédito conforme descrevemos. Entretanto, considerando aqui todas as elevações ocorridas desde março/2013 quando o Banco Central começou a elevar a taxa básica de juros as mesmas já causam grande impacto nas taxas de juros das operações de crédito uma vez que as mesmas foram elevadas em patamares bem superiores à elevação da SELIC”, finalizou Oliveira.

As simulações completas estão: www.anefac.com.br


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