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O dólar comercial fechou a semana em alta de 1,78%, com o estresse promovido pelas incertezas que rondaram a decisão do Federal Reserve, que é o banco central dos Estados Unidos, sobre as taxas de juros. De outro lado, o quadro político do Brasil também ficou no foco.

Nesta sexta-feira, a intervenção mais forte do Banco Central do Brasil na oferta de um volume maior de contratos em leilões de swap cambial tradicional, que equivale a venda de dólares no mercado futuro, acabou por conter o avanço da moeda norte-americana.

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Ainda sobre os Estados Unidos, os indicadores do setor de trabalho apresentados hoje e as discussões comercias com a China também promoveram um alívio no câmbio.

Ao final, no interbancário, a moeda ficou cotada a R$3, 522 para a compra e R$3, 524 para a venda, queda de 0,18%.

O euro estava em R$4, 212 para a compra e R$4, 214 para a venda, queda de 0,30 %.

A libra ficou em R$4, 769 para a compra e R$ 4, 770 para a venda, queda de 0,42%.

O Banco Central do Brasil ofertou 8,900 contratos em swap cambial tradicional, que equivale a venda de dólares no mercado futuro.

No cenário externo, o índice DXY, que mede o comportamento da moeda com mais seis, estava em alta de 0,18% a 92,61 sendo negociado em torno de seu nível mais alto desde o início de janeiro e seguindo para um ganho semanal de 1,2%. O WSJ, que amplia o comparativo com mais 16 moedas, estava em alta de 0,14% a 86,17 e segue para a alta na semana de 1%.

O relatório de empregos, que era o mais recente exame de saúde da economia dos Estados Unidos, o Payroll, ficou misto, com folhas de pagamento do setor privado mais fracas do que esperado de 164 mil contra os 190 mil esperados e os ganhos salariais subiram 0,1% em comparação com a previsão de consenso de 0,2%. No entanto, a taxa de desemprego caiu de 4,1% para 3,9%, marcando o seu nível mais baixo desde o final de 2.000.

O euro também ficou em queda de 0,23% a US$1.1960, com a queda e o pessimismo com o índice final de março de Gerentes de Compras da região mais fraco do que o esperado. O PMI composto caiu para 55,1 de 55,2 em março. A leitura da potência da Zona do Euro, a Alemanha, caiu para uma baixa de 19 meses, de 54,6. Na semana, a queda do euro foi de 1,4%.

A libra ficou em queda de 0,30% a US$1.3530 e queda semanal em 1,8%.


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