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O dólar comercial fechou em alta nesta quinta-feira, com o foco dos investidores no cenário doméstico e também no externo, com o Federal Reserve puxando os demais bancos centrais para um aperto monetário.

A decisão refletiu no euro, negociado na bolsa de Frankfurt, e também a libra na bolsa de Londres. Os presidentes das instituições dos dois países e também do Banco Central Europeu (BCE) manifestaram a intenção de aumentos nas taxas de juros. Porém, a proposta terá como base dados da economia global avaliados pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).

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Já no cenário doméstico, os números da economia doméstica, em especial o relatório do Banco Central do Brasil para a inflação divulgado hoje, e também os avanços na Reforma Trabalhista ficaram no radar.

Ao final, no interbancário, a divisa ficou em R$3,307 para a compra e R$3,308 para a venda, alta de 0,70%.

O euro ficou em R$3,777 para a compra e R$3,779 para a venda, alta de 1,21%.

A libra ficou em R$4,295 para a compra e R$4,298 para a venda, alta de 1,31%.

O Banco Central, conforme anunciado, reduziu o volume de contratos ofertados nesta quinta-feira, 7.200, em swap tradicional com vencimento para julho e conclui a rolagem de US$6.939 bilhões

Ao final, o euro subiu 0,5% para US $ 1.1436, o nível mais alto nível desde a votação do Brexit no dia 23 de junho.

A libra subiu 0,5% para US $ 1.2997, sétima alta consecutivo de ganhos, a maior série de vitórias desde abril de 2015.

O dólar canadense subiu 0,2%, depois de subir 1,2% nesta quarta-feira (28), enquanto o presidente do Banco Central do Canadá, Stephen Poloz, reiterou que está considerando também para uma política mais apertada. A decisão se junta com os bancos centrais da Inglaterra, Estados Unidos, Japão e Europeu.


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