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O dólar comercial ganha força nesta segunda-feira, com os investidores buscando refúgio na moeda depois da primeira pesquisa de intenções de votos para a corrida presidencial apresentada neste fim de semana pelo Datafolha.  No cenário externo, os ataques nos laboratórios de produção de armas químicas na Síria pelos Estados Unidos e países aliados não afetou o comportamento da moeda, entretanto o conflito segue no radar.

Há pouco, no interbancário, o dólar estava cotado a R$3, 426 para a compra e R$3,427 para a venda, alta de 0,05%.

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O euro estava em R$4,243 para a compra e R$4,246 para a venda, alta de 0,56%.

A libra estava em R$4,913 para a compra e R$4,916 para a venda, alta de 0,81%.

O Banco Central do Brasil ofertou 3,4 mil contratos na venda de dólares no mercado futuro na modalidade de swap cambial tradicional. Todos os contratos foram vendidos na rolagem de US$1,02 bilhão com vencimento para maio.

Na bolsa de Nova York, o dólar opera em queda e com os investidores concluindo que o ataque na Síria pelos Estados Unidos foi um evento isolado. Entretanto, o temor segue para um estreitamento nas relações com a Rússia, que condenou os ataques em defesa do governo de Bashar al-Assad.

Há pouco, o índice DXY, que compara o dólar com outras seis moedas, estava em queda de 0,42% a 89,46. O WSJ, que amplia a comparação com mais 16 moedas, estava em queda de 0,27% a 83,58.

O euro seguia em alta de 0,38% a US$1.2378. A libra estava em alta de 0,60% a US$1.4324.


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