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O dólar comercial fechou o mês de outubro em queda de 1,92% e no ano de 2016, a moeda já marca desvalorização de 19,2%.

Na sessão desta segunda-feira, a divisa fechou cotada aos R$3,189 para a compra e R$3,190 para a venda, queda de 0,20%.

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O euro fechou cotado aos R$3,502 para a compra e R$3, 503 para a venda, queda de 0,53%.

Em Frankfurt, o euro era cotado a US$ 1,0957 às 15h GMT (13h de Brasília) desta segunda-feira no mercado de divisas, acima do valor da sessão de ontem no mesmo horário, que foi de US$ 1,0928. Por sua vez, o Banco Central Europeu (BCE) fixou o câmbio oficial do euro em US$ 1,0946.

De acordo com o operador de câmbio de HCommcor, Cleber Alessie, o comportamento da moeda ao longo do mês seguiu o ritmo do País, em especial depois do impeachment da presidente Dilma Rousseff. “O cenário criado no País, com as questões fiscais, mesmo que a aprovação da PEC 241 tenha sido ‘apertada’, 359 votos a favor, ficou bem acima do esperado, o otimismo cresceu ainda mais. O que se vê é um fluxo considerável, seja em renda variável, renda fixa ou em outro investimento que o País está caminhando para o acerto. A reforma da Previdência, junto com a PEC, deve dar ainda mais credibilidade ao governo Temer para poder agir ainda mais”, considerou Alessie.

Quanto ao cenário externo, a decisão do Federal Reserve em elevar as taxas de juros em dezembro já está precificada. “O Fed vai agir em dezembro, pelo menos é o que sinalizam as falas dos membros do banco, e de forma gradual. Mas neste momento, o comportamento da moeda está totalmente voltado para o cenário doméstico. Hoje, por exemplo, a queda está refletindo o fim do prazo para a repatriação. O Banco Central comprou menos, deixou o câmbio livre e na banda informal de R$3,20, concluiu.

O Banco Central realizou o leilão com o compromisso de recompra de até US$ 3 bilhões de contratos já existentes.


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