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O dólar fecha o primeiro semestre de 2017 em alta de 1,95% e acumula alta mensal de 2,36%. Para a semana, a divisa ficou com desvalorização de 0,79%.

Nesta sexta-feira, no interbancário, a moeda norte-americana fechou cotada aos R$3, 312 para a compra e R$3,312 para a venda, alta de 0,14%.

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O euro ficou em R$3,782 para a compra e R$3,784 para a venda, alta de 0,07%.

A libra ficou em R$4,313 para a compra e R$4,315 para a venda, alta de 0,39%.

O Banco Central do Brasil ofertou 7.600 contratos de swap tradicional cambial e fechou a rolagem de US$6.939 bilhões em contratos com vencimento para julho.

No cenário externo, o dólar mostrou recuperação nesta sexta-feira, mas fez pouco para reduzir a persistente fraqueza dos últimos seis meses. As sinalizações de que os bancos centrais globais estão começando a se juntar ao Federal Reserve no caminho do aperto monetário também não ajudou o dólar.

O índice ICE Dólar DXY, medida da moeda contra uma cesta de seis grandes rivais, subiu menos de 0,1% para 95,69 para o dia, mas caiu 6,4% ano a dia, perto da maior baixa de nove meses. O WSJ Dollar Index BUXX, que contém um número maior de moedas, caiu 5,6% no mesmo período.

O euro EURUSD, comprou US $ 1,1419 em comparação com US $ 1,0519, um ganho de 8,6% no primeiro semestre do ano. A moeda compartilhada subiu US $ 1,14 nesta quinta-feira (29) pela primeira vez em mais de um ano.

Apesar do potencial da saída da Grã-Bretanha da União Europeia pesar,  a libra ganhou força relação ao dólar. A libra esterlina subiu 5,4% para US $ 1,3017 ano até hoje.

O dólar caiu contra a moeda japonesa e ficou em ¥ 112,46 nesta sexta-feira, e ¥ 117,00 no início do ano.


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