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​O dólar comercial recuou forte nesta terça-feira, com a apresentação de Janet Yellen no Congresso dos Estados Unidos, considerando a elevação das taxas de juros por mais de três vezes em 2017. De outro lado, a primeira baixa no governo Donald Trump também foi questionada nas operações de hoje.

Ao final, no interbancário, a moeda fechou cotada aos R$3,094 para a compra e R$3,096 para a venda, queda de 0,45%.

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O euro ficou cotado aos R$3,264 para a compra e R$3,266 para a venda, queda de 1,01%.

A libra ficou cotada aos R$3,850 para a compra e R$3,853 para a venda, queda de 1,18%.

“A terça-feira tem início positivo nos ativos locais. Apesar de certa cautela com o cenário político, a rolagem de março do dia de somente 6 mil contratos de swap cambial pressionam o câmbio para baixo, finalmente rompendo o patamar de R$3,10 que vinha sendo testado há dias. No âmbito externo, o pedido de demissão do assessor de segurança nacional de Donald Trump gera apreensão global”, explica o gestor da GGR Investimentos, Rafael Sabadell.

Michael Flynn, a principal autoridade na área de segurança norte-americana, renunciou, após escândalo sobre uma conversa que teve com um embaixador russo nos Estados Unidos, Sergei Kisliak. Donald Trump nomeou o general Joseph Keith Kellogg Jr. interinamente em seu lugar, enquanto inicia os contatos para encontrar um nome definitivo para o posto.

A renúncia de Flynn ocorreu depois de notícias de que ele enganou o vice-presidente norte-americano, Mike Pence, e outros funcionários do governo e mentiu sobre o teor de suas conversas com o embaixador da Rússia antes mesmo de Trump tomar posse. Em carta de demissão, cujo texto foi enviado pela Casa Branca, por e-mail, aos repórteres, Flynn disse que fez vários telefonemas para o embaixador russo durante o período de transição do ex-presidente Barack Obama para Donald Trump. Na carta, ele admitiu que deu “informações incompletas” a Pence sobre essas conversas.

A presidente do Federal Reserve, Janet Yellen, disse que mais aumentos de taxa de juros serão apropriados se a economia americana atender à perspectiva do banco central de aumentar gradualmente a inflação e apertar os mercados de trabalho.

“Em nossas próximas reuniões, a comissão avaliará se o emprego e a inflação continuam a evoluir de acordo com essas expectativas, caso em que um ajuste adicional da taxa de fundos federais provavelmente seria apropriado”, disse ela ao Comitê Bancário do Senado.


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