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O dólar comercial fechou em alta nesta segunda-feira, em dia de fraco movimento e sem a referência dos Estados Unidos.

Ao final, no interbancário, a moeda ficou cotada aos R$3, 281 para a compra e R$3,281 para a venda, alta de 0,99%.

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O euro fechou em R$3,432 para a compra e R$3,434 para a venda, alta de 0,17%.

O Banco Central não fez nenhuma intervenção nesta segunda-feira. A moeda também ficou sem a referência dos Estados Unidos, que seguem em feriado.

Análise para a moeda em 2017

Três analistas apresentaram nesta segunda-feira suas estimativas para o comportamento da divisa norte-americana.

“Acreditamos que, em 2017, a movimentação do câmbio tenderá a se aproximar mais dos fundamentos econômicos, passado um período de intensa especulação por conta de fatores externos e internos. O cenário de câmbio a R$ 3,30 para o final de 2016, previsto pela maioria do mercado desde novembro, confirmou-se. E é com esse patamar que o mercado continuará trabalhando no primeiro semestre de 2017”, Fernando Bergallo, Diretor de Câmbio da FB Capital.

“Para 2017, vemos um Dólar/Real mais desvalorizado, por volta dos R$ 3,50. O ciclo de corte da taxa de juros pelo Banco Central brasileiro deve se estender por todo o ano, provavelmente aumentando o ritmo já nos primeiros meses, e deve levar a taxa Selic para abaixo de 11% no final de 2017. Além disso, com a eleição de Trump para a presidência dos EUA, os mercados passaram a precificar um ritmo mais acelerado de aperto monetário por parte do Fed”, disse Rafael Sabadell, Gestor de Renda Fixa da GGR Investimentos.

“A moeda vai continuar em tendência de baixa, podendo chegar à casa dos R$ 3,00 ou R$ 3,10 com um cenário de melhora caso as reformas internas sejam aprovadas no Congresso, trazendo um fôlego e um pouco mais de confiança para o mercado. Nos Estados Unidos, a situação é de certa pressão para aumentar os juros ao passo que a economia americana vá se recuperando, mas acredito que isto não será decisivo no valor da moeda frente ao Brasil. Este valor esperado é ótimo tanto para o importador quanto para o exportador e o Banco Central buscará por esse equilíbrio em 2017”, Paulo Figueiredo, Diretor de operações da FN Capital.

 


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