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O dólar comercial ficou em alta de 1,72% na semana, com o cenário político estimulando a valorização da moeda. Além disso, a instabilidade externa, com o temor de um novo conflito geopolítico, também pesou no retorno dos investidores para ativos mais seguros.

Nesta sexta-feira, no interbancário, a moeda fechou cotada a R$3,425 para a compra e R$3,426 para a venda, alta de 0,53%.

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O euro ficou em R$4,225 para a compra e R$4,228 para a venda, alta de 0,41%.

A libra estava em R$4,877 para a compra e R$4, 878 para a venda, alta de 0,35%.

“O dólar se movimentou alinhado a instabilidade política, como as discussões sobre a 2ªInstância, denúncias contra o presidente Temer, como vai ficar a corrida presidencial sem o ex-presidente Lula na disputa e, mais além, o temor de que o Congresso passe a legislar em causa própria. No lado externo, as declarações do presidente Trump sobre atacar a Síria e o ensaio da guerra comercial com a China também pressionaram os índices em Nova York. Com todas essas incertezas, o investidor perde o apetite e sai para outros refúgios”, destacou o diretor de câmbio da Treviso, Reginaldo Galhardo.

Por aqui, o Banco Central do Brasil voltou a ofertar 3,4 mil contratos na modalidade se swap cambial tradicional com vencimento para maio, que equivale a venda de dólares no mercado futuro, com a rolagem de US$850 milhões e com vencimentos para maio.

No cenário externo, o índice que compara a moeda com mais seis, ficou estável a 89,79 e o WSJ, que amplia o comparativo com mais 16 moedas, ficou em queda de 0,05% a 83,79.

O euro ficou em alta de 0,08% a US$1.2337. A libra ficou em alta de US$1.4242.

Pesaram no movimento dos índices na bolsa de Nova York, as notícias sobre o possível ataque dos Estados Unidos na Síria, com a Rússia no radar.

As preocupações com a guerra comercial ainda pesaram nos mercados, principalmente com uma informação de que a Casa Branca planeja aumentar a pressão contra a China, com um esboço de novas tarifas e uma ameaça de bloquear investimentos em tecnologia nos Estados Unidos.


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