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O dólar comercial fechou em queda nesta quarta-feira na BM&F Bovespa, contrariando a decisão do Federal Reserve, que prevê aumentos nas taxas de juros talvez na reunião de 14 e 15 de março, e com a entrada do Banco Central do Brasil (BCB) em menor volume de oferta em swap tradicional.

Ao final, a divisa ficou cotada as R$3,065 para a compra e R$3,067 para a venda, queda de 0,94%.

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O euro ficou em queda de R$3,238 para a compra e R$3, 241 para a venda, queda de 0,66%.

A libra ficou cotada a R$3,807 para a compra e R$3,810 para a venda, queda de 0,93%.

O peso argentino ficou em R$0,199 para a compra e R$0, 199 para a venda, queda de 0,15%.

“O dólar segue movimento de desvalorização frente ao Real, queda que ocorre há algumas semanas. Na mínima do dia, R$ 3,055 o dólar alcança o valor mais baixo desde junho de 2015. Maior exposição de investidores estrangeiros a ativos de risco em países emergentes, como o Brasil, tem contribuído para a apreciação do Real. A ausência do Banco Central no mercado de divisas nos últimos dias também foi fator determinante para este movimento de valorização da moeda brasileira”, disse o gestor da GGR Investimentos, Rogério Storelli.

O BCB anunciou leilão de swap tradicional, que equivale a venda de dólar no mercado futuro, para rolagem de vencimentos em março em 6 mil contratos.

Ainda sobre moedas, o Banco do Povo da China injetou 393,5 bilhões de yuans (US$57,3 bilhões) no sistema bancário doméstico nesta quarta-feira (14) por meio de linha de crédito de médio prazo. O PBoC deu para 22 instituições empréstimos de seis meses a um ano com taxas de juros variando entre 2,95% e 3,1%, respectivamente. As taxas são iguais às cobradas na injeção anterior em 24 de janeiro . As informações são do blog Weibo.


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