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O dólar comercial encerra o ano de 2016 em queda de 17,69% e o mês de dezembro com desvalorização de 4,06%. Nesta sessão, a última do ano, a divisa ficou em queda de 0,94% cotada aos R$3, 249 para a compra e R$3,249 para a venda.

O euro ficou em R$3,406 para a compra e R$3,411 para a venda, queda de 0,23%.

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Em Frankfurt, o euro era cotado a US$ 1,0480 às 16h GMT (14h de Brasília) nesta quinta-feira no mercado de divisas, acima do valor da sessão de ontem no mesmo horário, que foi de US$ 1,0453. Já o Banco Central Europeu (BCE) fixou o câmbio oficial do euro em US$ 1,0453.

Com o resultado do pregão desta quinta-feira, a divisa ficou dentro da projeção do Banco Central do Brasil (BCB) ao longo dos últimos meses e com parâmetro nas análises nas instituições que formam o Boletim Focus.

Análise Reinaldo Galhardo

Durante o ano de 2016 a moeda sofreu influência do cenário político doméstico. “Basicamente o desenrolar politico do País teve peso forte no comportamento da moeda. Em seguida, o que se esperava era para uma entrada maior de recursos pela repatriação, prova disso é que haverá uma nova etapa em março, as questões fiscais, o impeachment da presidente, as etapas da Operação Lava Jato, as votações que ocorreram depois, com a oposição ao governo Temer, enfim, um pacote de fatos ruins que mexeram com todos os mercados e com a economia do País”, disse Galhardo.

Para o final do ano, com o dólar cotado aos R$3,29 ou R$3,30, o diretor da Treviso considera que a projeção foi acertada. “Mesmo dentro das estimativas, o que se espera é para as entradas de dólares nas fusões e aquisições, além da Petrobras com as vendas de ativos, enfim, são somas que estão contribuindo com o final do ano um pouco mais tranquilo”, explicou.

Sobre as decisões nos Estados Unidos, que refletem diretamente no dólar, Galhardo avaliou com cautela a decisão do Federal Reserve em elevar as taxas de juros. ” A previsões de mas três aumentos nas taxas dos Estados Unidos, que têm demonstrado uma economia em recuperação sólida, a preocupação segue para o que essa alta de juros poderá representar por aqui. Se no primeiro trimestre de 2017 os indicadores revelarem que estamos no caminho certo, com certeza, vamos ter um ano de organização para colher o melhor em 2018″, finalizou o diretor da Treviso, Reginaldo Galhardo.


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